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No Brasil, 39 milhões têm acesso à internet

Por Alberto Alerigi Jr, da Reuters

fonte: http://info.abril.uol.com.br/aberto/infonews/122007/04122007-8.shl

 

As sete regras de Ouro de um domínio

Como saber se o domínio que desejamos é o mais adequado.


O que faz um domínio ser um grande domínio? Como saber se o nome de domínio que estou pensando em comprar ou registrar é realmente adequado para mim? É muito fácil, só há de ter em conta estas sete regras de ouro.

  1. Coloque-o fácil. Esta é a grande regra básica no mundo dos domínios em particular e no de marketing e comunicação em geral. Nenhum publicitário se esquece a conhecida regra KISS (Keep It Simple Stupid) e a partir disso, nosso nome de domínio é a primeira forma de divulgar nosso negócio na rede.

    Temos que tentar fazer com que o nome de nosso domínio seja fácil de ser lembrado ao usuário. O motivo é bem simples. Imaginemo-nos navegando pela rede, e encontramos duas páginas que realmente gostamos: eco.com e emeronion.com. Qual a mais provável que voltemos a visitar?

  2. O breve...duas vezes bom. A frase se cumpre no mundo dos domínios. Quanto menos caracteres tenha um nome, muito mais fácil de lembrar e também mais cômodo e rápido de teclar. Infelizmente estes domínios são já muito escassos. O 100% dos domínios com três caracteres ou menos, já está registrado faz tempo. Comprá-los pode ser uma solução, mas os domínios breves são, sem dúvida, os mais valiosos pela escassez e portanto, os mais caros.

  3. Dando sentido. Vários estudos tem demonstrado, que as palavras com significado são lembradas praticamente em 80% mais que aquelas que não o tem. Buscar um nome que realmente diga algo pode ser complicado, mas vale a pena. É certo que existem empresas como Yahoo que conseguiram grandes resultados com um nome sem significado, mas quanto dinheiro tiveram que inverter em publicidade?

  4. Sem confusão. Um dos problemas comuns os quais encontram as empresas de internet é o do tráfico desviado da sua página por causa de um erro de teclagem por parte do usuário. Os jogos de palavras engenhosos podem ser muito divertidos e úteis para captar a atenção, mas em geral, são poucos efetivos na rede e muito menos se utilizamos números e traçados. O significado do domínio "love-2u.com" pode ser muito simples mas o usuário se encontrará na dúvida em se deveria escrever "lovetoyou.com" ou "loveto-u.com" ou quem sabe quantas combinações mais.

  5. Somos.com? Na hora de escolher uma extensão para nosso domínio o dilema é o seguinte: Qual domínio se adapta melhor ao nosso mercado? É claro que de fato na rede, o padrão é o .com. Esta é sem dúvida a extensão mais cobiçada. Mas se não operamos a nível internacional, também pode ser uma boa idéia pensar nos domínios regionais de nosso campo de atuação: .br, .com.es, com.mx, etc...

    Outra alternativa são as extensões .net e .org consolidadas desde muito tempo mesmo que com menos saída que a .com. Se decidimos ter um pouco de paciência, também podemos apostar pelos .info ou .biz que, mesmo tendo ainda pouca implantação, prometem ser importantes no futuro.

  6. O que se diz do que fazemos? Ajustar o nome de nosso domínio a nossa atividade é muito conveniente para conseguir que o usuário nos associe com um determinado produto ou serviço, e desse modo, se pode lembrar de nós cada vez que o necessite. Calor.com talvez seja um grande nome de domínio, mas se o negócio para que o utilizamos é de uma loja de sapatos on-line, provavelmente não será de muita utilidade para nós.

  7. Sem leituras pejorativas. O último aspecto a ser levado em conta na hora de escolher um domínio, são as conotações associadas ao nome que escolhemos. É importante assegurar-se de que nosso domínio não tem conotações negativas que possam ficar associados a nossos produtos. E se operamos em plano internacional temos que asseguramos de que isso não acontece com nossa língua e nem com o resto que possamos considerar importantes para o nosso negócio. Por exemplo, "istocheira.com " não seria precisamente a escolha mais adequada para nossa loja de perfumes.
 

40 dicas para tornar seu site mais eficiente e funcional

Essas 40 dicas são ótimas e assino embaixo. Foram passadas para mim pelo amigo Luiz Rodrigues, aluno também do Curso Online de Design Web. A fonte dessas 40 maravilhosas dicas é a Revista “Aprenda Criar Sites” Ano III Nº12. Para quem já conhece, vale a pena ler de novo, para os que não conhecem, leiam!

1. Menos é mais: essa máxima há muito tempo usada para a arte gráfica e o design também é válida para a Web. Ao planejar seu site, pense de forma simples. Páginas de Web rebuscadas e cheias de movimento já deram o que tinham que dar, mostrar ícones se mexendo e animações complexas não vão levar a nada, no máximo à perda de foco para o que realmente deve ser destacado em seu site.

2. Informações a dois cliques: planeje seu site de tal forma que toda e qualquer informação deve ficar a dois ou no máximo três diques da Home (página inicia!) de seu site. A idéia é facilitar ao máximo o acesso do internauta às informações.

3. Cuidado com as animações: com o surgimento de programas gráficos de animação como o Flash, o uso de animações se tornou indiscriminado. Os criadores de páginas na Web seguiam a linha de quanto mais animações, melhor. Hoje basta você pensar no que de fato é necessário para seu site. Use, sim, o advento da animação, mas dose e pondere com a real necessidade da utilização desse artifício.

4. Cores similares sobrepostas: cuidado ao usar cores similares, principalmente quando elas precisam ser sobrepostas, como um logo laranja sobre um fundo amarelo, por exemplo. Por mais que em seu monitor esteja tudo claro, lembre-se de que há inúmeras variações de brilho e contraste de monitor para monitor e que aquilo que está claro para você pode surgir como uma grande imagem chapada a quem estiver acessando seu site.

5. Logomarca à esquerda: esse já é um padrão na Internet mundial e que vale a pena ser levado em conta. Sempre que possível, use a logomarca da empresa no canto esquerdo superior do site. Esse local facilita a visão da logomarca, além de ser um dos principais pontos de atenção que as pessoas têm ao acessar um site.

6. Dê uma prévia do assunto a ser tratado: quando se tem muito conteúdo no site, é interessante fazer um pequeno resumo na Home do que será tratado em determinada seção. Você pode fazer links em forma de manchetes, com um título da seção e uma pequena parte do texto que será tratado nela, É mais ou menos o que é feito hoje nos grandes portais da Internet.

7. Animações de abertura: animações na abertura do site foram tendência durante um bom tempo, mas aqui também se encaixa a pergunta da real necessidade desta animação. Ela agregará informações substanciais ao conteúdo do site? Ou está lá só para “fazer uma gracinha”? Se a resposta for a segunda opção, por que não tirar essa animação e proporcionar um acesso mais rápido ao site? Mas não encare isso como uma regra, e sim como uma dica prática.

8. Caso a animação inicial se faça necessária: só use uma animação de abertura, ou algo assim, se for de suma importância e precise ser feito. Nunca, mas nunca, deixe de incluir a opção de pular a abertura do site e ir direto ao conteúdo.

9. Contatos sempre à vista: muita gente se esquece de uma das utilidades mais básicas de um site: gerar contato do internauta com a empresa ou pessoa dona do site. Mas como esse contato acontecerá sem que a pessoa que visita o site tenha acesso fácil a informações como e-mail da empresa, telefone e endereço? Por isso. não pense duas vezes e espalhe e deixe bem visível essas informações por todo o site.

10. Formulário de contato: e se o contato é tão importante, incentive esse processo incluindo um formulário de contato prático e simples ao site, isso será sempre positivo.

11. Mapa do site: se há muito conteúdo no site e a quantidade de seções acabou ficando maior do que deveria ser, não hesite em colocar um link para um mapa/resumo do site. Coisa simples e direta, para o entendimento imediato de como estão dispostas as informações no site.

12. Menu de seções sempre à vista: outra maneira de facilitar a vida de quem visita o site é deixar sempre à vista todos os links/botões de acesso às seções. Muitas pessoas costumam cometer o erro de criar seções que possuem somente um botão de voltar, então temos de retornar à Home para só assim ter acesso aos links de acesso às seções. Por que não facilitar isso deixando sempre à mão todos os links/botões do site?

13. Botão de página inicial sempre à vista: quando falamos em facilitar o acesso às sécões, não esqueça que a Home também é uma delas, na verdade a mais importante. Portanto, inclua sempre um botão de acesso à página inicial por todo o site.

14. Logomarca como link para a página inicial: com o uso cada vez mais cotidiano da Internet, certas funcionalidades acabam caindo no conhecimento popular, se tornando quase que automáticas. Uma delas é que a logomarca da empresa no site remeta à página inicial quando clicada. Portanto faça isso também, é simples e torna a navegação ainda mais prática.

15. Itens desnecessários: muitas vezes complicamos a navegabilidade de um site com o argumento de que há muita informação a ser incluída nas páginas. É verdade, isso acontece, mas às vezes enxertamos o site com informações e funcionalidades irrelevantes. É possível ver em muitos sites de empresas grande, botões com opções para tornar aquele site a página Inicial do usuário ou incluí-lo nos favoritos do navegador. Neste caso se encaixa novamente a pergunta: isso é de fato necessário? O número de pessoas que colocaram sua página como a inicial é relevante? Além do mais, ocupam um espaço precioso que podia ser usado por informações relevante ao conteúdo e ao objetivo real do site.

16. Datas no topo da página: outra coisa que se tornou comum, mas totalmente dispensável: site que inclui no topo informações como hora, dia da semana, mês e ano. A não ser que estejamos falando de grandes portais que oferecem notícias, não há a mínima necessidade de informar ao seu internauta que dia e horas são naquele momento.

17. Marcas d’água: esse é um costume importado do design gráfico direto para Web, mas que merece cuidado. Em um trabalho impresso, você tem a possibilidade de visualizar como uma marca d’água saiu e se não
atrapalhou o entendimento das informações de fato importantes. Na Web não há como saber como essa marca d’água ficará em monitores com a calibragem diferente da sua. Então, pense duas vezes antes de usar esse artifício.

18. Links relacionados: citar links relacionados ao site que está fazendo também é algo que pode ser evitado, ocupa espaço e nem sempre agrega informações relevantes. Caso esse links sejam realmente necessários,
que tal incluí-los dentro do próprio texto?

19. Seja objetivo: por mais óbvio que isso possa parecer, é algo extrema valia. Antes de criar seu site, ponha no papel o que de fato você quer comunicar e transmitir. Entenda a visita ao seu site como uma
oportunidade e não espere que o internauta vá visitar e ler todo seu site, pois na grande maioria das vezes isso não acontecerá. Portanto é preciso ser claro e objetivo, dê de imediato ao internauta as informações principais sobre seu trabalho e do porquê da existência desse site.

20. Na página inicial já diga a que veio: pegando carona na dica anterior, entenda sua página inicial como o primeiro contato do internauta ao seu conteúdo. Por isso, deixe bem claro o que você e sua empresa fazem,
quais suas especialidades. Nunca conte com a boa vontade do internauta, achando que ele irá sempre buscar informações em lugares específicos.

21. Internauta não tem de descobrir como navegar: muito sites inovam na maneira de navegar dentro das páginas que oferecem, transformam seus botões e acesso em imagens que se movem ou usando botões que são parte de um grande cenário. Isso pode significar nota 10 em inovação, mas 0 em funcionalidade. Cuidado ao fazer isso, há casos de sites que priorizam o design em detrimento da funcionalidade, quando na verdade o design tem de ser uma ferramenta para se chegar a um site funcionai e eficiente.

22. Qual seu tipo de público?: é claro que há casos distintos de como criar um site. A primeira pergunta a ser feita é: quem vai acessar esse site? Tomando como base essa resposta, você pode, sim, arriscar-se numa
página inicial mais inovadora e fora dos padrões, mas se o site não for voltado para um público bem específico, a melhor saída é sempre priorizar a funcionalidade e a objetividade. E em tempos de uma rede cada vez mais sortida, fica mais difícil definir quem de fato vai acessar seu site. Portanto, fique atento àquilo que pode representar uma dificuldade desnecessária ao internauta.

23. Menus que se desdobram: cuidado com menus que se desdobram demais. Há casos que se torna quase um desafio conseguir clicar em uma subseção desses menus. Caso esse desdobrar seja de fato necessário, tente fazer com que todas as subseções venham logo em seguida aos botões iniciais.

24. Botões do lado esquerdo: assim como a logomarca da empresa já se tornou padrão ficar à esquerda do site, os botões de acesso às seções também. Não é uma regra, longe disso, mas, se possível, aproveite-se
dessa ideia para criar seu site. Botões do lado esquerdo do site já estão hoje no consciente coletivo dos internautas.

25. Trabalhe o texto: lembre-se sempre de que o texto é parte, sim. do layout do site. Muita gente costuma apenas “desovar” as informações ao longo da página, deixando tudo muito carregado e cansativo. Use o texto do site ao seu favor. Dívida por assuntos, crie boxes de cores diferentes para destacar determinada informação, faça colunas. Isso ajudará demais na montagem de um layout agradável.

26. Use um espaço determinado para animações e afins: em l vez de usar o site para inserir diferentes imagens ou animações, crie um espaço fixo em seu site para incluir isso. Você pode fazer uma barra superior, por
exemplo, com algo se movendo, trocando imagens discretamente. Aproveite e mantenha esse contexto em todo o site. Isso ajuda a dar um padrão à sua página, evitando a bagunça de diferentes informações portados os lados.

27. Foco em solução: vale sempre lembrar que o site existe para cumprir uma função, seja de divulgar uma empresa, vender um produto ou simplesmente tornar público um currículo ou características profissionais
de alguém. Mas o que é importante destacar aqui é que todo site tem uma função principal. Então é sempre indispensável focar nesse objetivo e na solução que a criação deste site se propôs. Planeje o site voltado para isso, baseado na solução que tem de ser dada.

28. Destaque, se for preciso: às vezes, uma seção do site precisa de mais atenção que as outras, então, fique à vontade para fazer o botão específico desta seção de uma cor ou tonalidade diferente. Não é a saída
mais indicada para compor a beleza do site, mas resolve bem a questão da necessidade de destaque.

29. Muitos destaques não destacam nada: mas vá devagar com os destaques. Muitos sites tentam destacar tudo de uma só vez. Aqui a questão é simples, quando tudo está destacado, nada se destaca. Então
pegue leve com negritos e cores berrantes em excesso.

30. Site Map: antes de partir. Para a construção de site, é fundamental a criação de um site map, que nada mais é do que um pequeno guia/esquema de seu site das seções e suas ramificações. É algo bastante simples de fazer, mas que fará uma diferença enorme na hora de criar o site. Se você tiver uma visão completa do que irá fazer, fica tudo mais claro para criar um site funcional.

31. Quem é você? O que essa empresa faz? Às vezes nos esquecemos de algo básico: falar quem somos ou o que a empresa dona do site faz. Não se pode acreditar que todo mundo que vá acessar seu site, saiba onde está entrando. Por isso, faça um pequeno resumo logo na entrada do site, algo simples, com informações rápidas e diretas.

32. Cuidado com as fontes: fique atento ao uso de mais de duas fontes diferentes em seu site ou até da mesma fonte sem tamanhos diferentes. Isso gera uma tremenda confusão na organização e no layout.

33. Crie um padrão e siga com ele: ao montar seu site, cuidado para não dar uma cara diferente a cada seção. Você pode até mudar cores, variando essas seções, mas crie um padrão para o site e o siga durante todas as páginas. É horrível parecer estar em um site diferente cada vez que se entra em determinada seção.

34. Se precisar explicar, é porque não está funcional: aqui a dica é simples, se for preciso colocar alguma explicação em qualquer parte do site de como o internauta deve agir, é porque a funcionalidade do site falhou.
Evite ao máximo usar deste artifício.

35. Crie um caminho: organize os assuntos e links a serem tratados no site,de forma a dar importância primeiramente ao que mais importa. Mostre antes de tudo o que você
mais quer destacar no site. Isso não precisa ser explícito, mas arquitetando seu site de correta, você poderá internauta pelos temas mais importantede seu site.

36. Menu e o resumo em uma só palavra: crie um menu para navegação em seu site e aceite o desafio de resumir cada l seção com uma só palavra. Se conseguir fazer isso, você
terá praticamente tudo o que pode ser encontrado no site de forma direta e objetiva.

37. Navegabilidade em mutação: não transforme seu esquema de navegabilidade em algo eterno. Por melhor seja que seu esforço para deixar tudo prático e fácil, dúvidas de internautas sempre aparecerão. Se
isso acontecer ótimo, use-as para aprimorar o esquema usado por você para a navegação do site.

38. Ilustre: o bom uso das imagens pode ajudar a mostrar o que cada seção do site traz. Quando possível, ilustre os links com imagens relacionadas ao tema.

39. Separe os assuntos por temas: se a quantidade de conteúdo a ser disposta for muito grande, facilite o entendimento de suas informações agrupando os tópicos em temas. Isso facilita demais na hora de buscar
determinado assunto dentro do site.

40. Siga o exemplo: há ótimos sites com bons exemplos de como resolver de forma inteligente a disposição de conteúdo aliado a uma navegabilidade inteligente, confira alguns exemplos: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=0 e http://g1.globo.com/

por Bruno Ávila

 

 

Ninguém visita seu site? Saiba o porquê.

Scott Heiferman, co-fundador do Fotolog, publicou uma lista com 50 razões que levam as pessoas a não utilizar ou visitar um site.

Selecionei e traduzi as melhores (na minha opinião), adaptei algumas e deixei outras de fora pois só fazem sentido para os americanos. Veja também a lista original (em inglês).

. Porque ele resolve um problema que elas não têm;

. Porque ele não resolve um problema que elas têm;

. Porque ele não faz elas economizarem tempo ou dinheiro;

. Porque ele não faz elas ganharem dinheiro;

. Porque ele parece uma propaganda, e as pessoas detestam propaganda;

. Porque ele é muito complicado, ao contrário do Google;

. Porque não tem gente sem roupa, gente famosa ou gente famosa sem roupa;

. Porque elas nunca ouviram falar dele;

. Porque elas não querem ler o que você quer que elas leiam;

. Porque ler a VEJA é mais interessante;

. Porque elas não entendem o que você está dizendo;

. Porque ele usa muitos termos técnicos, e elas não entendem nada;

. Porque elas não querem sentir-se ou parecer burras;

. Porque ninguém disse que elas devem usá-lo;

. Porque elas simplesmente não ligam para o que tem nele;

. Porque não existe uma fila de gente esperando uma chance para usá-lo;

. Porque ninguém que elas conhecem usa o seu site;

. Porque ele é muito chato;

. Porque elas estão muito ocupadas, ou têm algo melhor para fazer;

. Porque ele não diz a razão pela qual elas devem utilizá-lo;

. Porque elas já tentaram uma vez mas alguma coisa deu errada;

. Porque ele não diz o que você quer que elas façam;

. Porque ninguém vai achar que elas são ultrapassadas se não usarem;

por Luigui Moterani

 

 

Web é ferramenta indispensável para gestão de conhecimento, diz especialista
Por Equipe JumpExec

A internet é uma ferramenta importantíssima para a disseminação do conhecimento. Esta afirmação, que certamente é compartilhada por muitos, é feita por Sérgio Peixoto Mendes, especialista no assunto e que atualmente atua na coordenação de pessoas de excelência da gestão do SERPRO.

Em entrevista ao portal JumpExec, o especialista faz uma análise do papel das ferramentas web – especialmente dos portais corporativos – na disseminação do conhecimento nas empresas, e também aborda as resistências que ainda existem em algumas empresas sobre o assunto.

JumpExec:Como você aborda a importância das ferramentas web para o processo de compartilhamento organizacional?

Sérgio Peixoto Mendes: Ferramentas são sempre importantes, porém, não são suficientes. Existem outros fatores importantes a serem considerados no processo de compartilhamento, tais como: a cultura da organização, o perfil dos empregados, a visão organizacional e os reconhecimentos e recompensas para as atitudes solícitas. Costumo comparar as ferramentas a pontas de icebergs, que são a parte que aparece, no entanto, constituem apenas 1/10 do iceberg inteiro - os outros 9/10 estão submersos.

JumpExec:Qual a importância das ferramentas - portais corporativos por exemplo - no processo de compartilhamento de conhecimento organizacional?

Sérgio Peixoto Mendes: Dedico um capítulo inteiro a esta questão no meu livro GCI. No contexto da Gestão do Conhecimento, ter um ponto de acesso e de convergência bem estruturado para o processo de compartilhamento é de extrema importância, e o portal corporativo faz este papel. Facilita o acesso às informações, tantos as internas como as externas e, sem dúvida, é uma ótima ferramenta para compartilhamento do conhecimento organizacional, desde que tenha uma interface amigável.

JumpExec:Basta uma boa ferramenta para que as pessoas compartilhem seus conhecimentos?

Sérgio Peixoto Mendes: Não, é preciso que as pessoas estejam preparadas para o compartilhamento. Existem muitas barreiras no processo, algumas delas já citadas por Krogh, Ichijo e Nonaka nas suas pesquisas. A idéia de que conhecimento é poder e poder pode trazer status e dinheiro ainda é muito forte nas organizações. Assim, o indivíduo não compartilha o que sabe para não se tornar dispensável. Medo e blindagem do conhecimento são muito mais comuns no interior das organizações do que se pode imaginar. Por isso o primeiro passo para implantar a GC na organização é superar estes obstáculos.

JumpExec:Como você vê as novas mídias, como blogs e podcasts, como veículos de disseminação de conhecimento organizacional?

Sérgio Peixoto Mendes: Se a mídia pode ser útil no processo de consolidação, gestão e disponibilização da produção intelectual individual, então ela é valida. Os blogs e os podcasts podem desempenhar este papel, apesar de existiram muitas bobagens na web.

JumpExec:Ainda existem nas empresas resistências ao compartilhamento de conhecimento utilizando meios eletrônicos? Se sim, como promover a mudança?

Sérgio Peixoto Mendes: Existe resistência principalmente quando a interface do produto que você utiliza não é amigável e intuitiva. Algumas pessoas não gostam de coisas complicadas e as ferramentas muitas vezes complicam. A chave é desenvolver metodologias de compartilhamento que estejam associadas ao trabalho diário das pessoas, sem exigir que elas reservem espaço e tempo no seu dia a dia para o compartilhamento do conhecimento. Em recente pesquisa identifiquei coisas incríveis sobre o pensamento das pessoas em relação ao compartilhamento, tais como: eu não sou paga para compartilhar o que sei, sou paga para fazer, se quiserem que eu compartilhe conhecimento então que me paguem horas extras, não tenho tempo para compartilhar e coisas do gênero. Então as recompensas podem funcionar bem desde que sejam identificadas e aplicadas de acordo com o perfil das pessoas que compõem a organização.

 
Como escrever bem na internet

Organizar é o primeiro passo para que qualquer um consiga escrever bem na internet - a especialista Ana Erthal mostra isso em artigo.

Tem gente que pensa que escrever bem está associado a um diploma pendurado na parede. Não é verdade e devemos separar as coisas: uma coisa é dominar a técnica, ser profissional em redação, trabalhar com isso. Outra é saber escrever, uma arte que aprendemos um dia e usamos para sempre.

Escrever bem significa expressar idéias clara, rápida e persuasivamente. Tudo o que precisa estar no papel está na nossa cabeça, só precisa de organização. Vamos relembrar uns pontos importantes que contribuem para uma boa redação?

1) Não obrigue o leitor a consultar o dicionário procurando jargões técnicos ou palavras desconhecidas de seu vocabulário. Seja simples e direto.

2) Quebre o texto em parágrafos curtos. São mais fáceis de serem compreendidos e tornam a leitura mais agradável.

3) Seja preciso, evite advérbios vagos como "muito" ou "pouco".

4) Evite palavras desnecessárias e vícios de linguagem, como "a nível de", "elo de ligação",  "com o propósito de". Escreva "redigir", em vez de "redigir com sabedoria".

5) Se tem dificuldade em começar - aquele tremorzinho diante da página em branco - elabore um roteiro com as idéias. No meu primeiro emprego, o editor separava os releases que chegavam da prefeitura, fazia círculos nas matérias e marcava um, dois, três, quatro. As matérias no jornal tinham que seguir essa seqüência, mesmo que o um estivesse no último parágrafo do release.

6) O que você escrever deve ser entendido na primeira leitura. Seja breve, claro, mas não dispense os pontos-chave de seu texto

7) Sempre que possível, use o imperativo, "Faça isso ou aquilo, Clique aqui". E a voz ativa, como "O cronograma estará pronto em 15 dias", em vez de "Estamos trabalhando no cronograma do projeto para que esteja concluído em 15 dias".

8) Use suas próprias palavras, evite os clichês .

9) Tenha sempre um dicionário e uma gramática ao seu lado. Na internet também encontramos gramáticas on-line.

Por último, não uma dica, mas uma recomendação: pratique mais vezes. Volte ao seu texto um dia depois, seja crítico com você mesmo e permita que as pessoas também sejam. Não se cobre por não ser um técnico em redação, todos os redatores erram.

Você vai ver como escrever é simples.

Ana Erthal é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo. Mestranda em Comunicação Social pela UERJ (Universidade Estadual do Rio de Janeiro). Trabalhou para a Folha de São Paulo e para o Meio & Mensagem.

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 
5 dicas para melhorar o resultado do e-mail marketing
Por Walter Sabini Junior

Preocupe-se com a apresentação da mensagem
Otimize o nome do remetente e assunto da mensagem. Geralmente, o nome do remetente é o que determina se o e-mail marketing será deletado. O assunto é o que motiva as pessoas a abrirem o e-mail. Já existem ferramentas de e-mail marketing que contemplam recursos para visualização de como o nome do remetente e o assunto serão exibidos em diversos provedores e programas de e-mail.

A apresentação da sua mensagem pode ser prejudicada por conta dos diversos provedores, portanto, evite o uso do CSS, Java Script e formulários.

Trabalhe o formato da mensagem em uma área máxima de 450 pixels de largura e deixe a altura o menor possível para evitar barra de rolagem.

Simplifique a mensagem
Os profissionais tendem a enviar as mensagens sobrecarregadas de ofertas, provocando rejeição por parte dos destinatários. Simplifique o conteúdo.

Concentre-se na mensagem principal, ela levará o destinatário ao objetivo da ação.

O topo da mensagem é visualizado primeiro, utilize-o para a identificação da empresa e para transmitir o objetivo da ação.

Se a mensagem estiver clara e objetiva, será transmitida não apenas para os que costumam ler, mas também para os destinatários que visualizam rapidamente.

Não utilize apenas imagens. Deve haver um equilíbrio entre textos e imagens.

Lembre-se de diferenciar as mídias offline e online. Cada uma requer sua própria abordagem.

Considere o hábito de visualização do destinatário
Seus clientes não interagem com o e-mail marketing da mesma forma que o fazem com a mídia impressa ou páginas da web. Diagrame a mensagem de forma que a informação fique pertinente com a ação.

Imagens podem ser bloqueadas em muitos programas de e-mail. Para que a mensagem principal não seja perdida, inclua sempre um texto alternativo nas imagens (Alt Tags).

Não esqueça que alguns leitores de e-mail não aceitam Html, portanto, inclua sempre a versão texto (plain text).

Preocupe-se com a entrega
Lembre-se que antes de ser entregue na caixa postal dos destinatários, a mensagem é submetida a rigorosos filtros anti-spam. Existem diversos filtros e, dentre eles, há o filtro por palavras, que pontua o e-mail marketing de acordo com as palavras encontradas no texto, podendo classificá-lo como spam. Prefira ferramentas de e-mail marketing que contemplem o teste de spam. Assim, antes do envio, será possível fazer as alterações de texto necessárias, melhorar a pontuação do e-mail marketing e evitar que seja bloqueado por spam.

Respeite o seu destinatário
No processo do opt-in (permissão de recebimento de mensagens eletrônicas), ofereça sempre opções por assunto e frequência de recebimento de mensagens.

Nunca esqueça do double opt-in: envio de mensagem para confirmar e ativar a opção de recebimento.

Deixe clara a sua política de privacidade.

Lembre-se que o destinatário lhe concedeu a permissão para comunicar-se com ele através do e-mail. Não abuse desse privilégio! 

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 

Contratos para projetos web

Monica Rodrigues (e-mail) é advogada formada pela UniFMU; membro da Comissão de Defesa do Consumidor – Grupo Técnico de Estudos sobre Novas Tecnologias da OAB/SP; membro da Comissão de Ação Social e Cidadania da OAB/SP; pesquisadora da área de direito aplicado à informática com monografia desenvolvida “Negócios Jurídicos na Internet”; atuante na área de direito empresarial, direito eletrônico, e direito do consumidor.(http://www.wrodrigues.adv.br)

Olá, vamos falar um pouco sobre a distância que se observa muitas vezes entre a criação final de um projeto web e a vontade real do cliente. O assunto é delicado, pois passa pela dificuldade humana em expressar de maneira objetiva uma idéia subjetiva, afinal, se trata de criação intelectual e portanto pessoal.

Contudo, não podemos perder de vista que o contratante da criação do website também tem uma idéia subjetiva do que gostaria que fosse a criação final e que essa criação tem que se aproximar ao máximo dessa idéia do cliente, posto que é a ele que queremos agradar quando nos propomos a expressá-lo na Internet.

Complicado, não? Captar o desejo do outro e ainda expressar o que se tem em mente...

O tema mostra-se importante na medida em que a questão relativa à vontade das partes numa contratação é da máxima importância já que se trata de elemento essencial do contrato.

Em definição simplista, o contrato é o acordo de vontades tendente a realização de um negócio jurídico. Assim, esse acordo de vontades deve ser bem pontuado e delimitado na redação do contrato.

Mesmo assim, não basta tentar expressar e objetivar essas idéias subjetivas na redação do contrato, como se as palavras pudessem aproximar dessa idéia subjetiva da criação final. Para que o website saia a contento, é necessário prever de que forma isso será feito.

É claro que o contrato será um instrumento importante, mas deve prever as formas de comunicação e de aprovação dessas idéias, visto que dispõe o Código Civil em seu art.112 que “nas declarações de vontade se atenderá mais à intenção nelas consubstanciada do que ao sentido literal da linguagem.”

Às vezes, a parte contratada cria algo que não atende às expectativas da parte contratante, senão em termos de funcionalidade, em termos de visualização final do trabalho.

E isso torna a relação problemática, senão por uma possível quebra contratual, pela deterioração da imagem de quem realizou a criação. E esse não é o objetivo de nenhuma das partes na contratação, não é mesmo?

Isso sem contar se outro conflito não tiver que ser administrado, o da “síndrome da criação”, em que o profissional se apega a sua criação e não aceita sugestão de modificação em seu trabalho, o que não pode ocorrer em hipótese alguma, visto que se trata da execução da imagem do cliente na web e não apenas de uma “obra de arte”, embora a lei enquadre a criação de website como criação intelectual.

Apenas exemplificando, vamos imaginar a Camisaria Mister Rich (nome fictício), essa empresa fabrica camisas sob medida, e sua produção se dá nos moldes de antigas alfaiatarias, cujo preço por tal exclusividade acompanha a riqueza na confecção, ou seja, as camisas são cortadas e costuradas segundo as medidas de cada cliente.

Com esse perfil de negócio, tal empresa deseja sua inserção na web buscando mais uma maneira de se relacionar com seus clientes e ampliar a visualização de seus serviços, pretendendo cativar um novo alvo de consumidores mais jovens, com alto poder aquisitivo e acostumados à compra de roupas prontas, mas que buscam algo exclusivo que os destaque.
Ocorre que a agência e/ou profissional contratado para a criação deste website cria algo em tom sóbrio, usando fonte rebuscada e sem uma área de relacionamento com cliente, quando, na verdade, o cliente desejava fugir completamente da idéia de conservadorismo e não queria um website que fosse meramente institucional, mas sim passar a idéia de uma empresa moderna que atende a um público exigente, mas não necessariamente conservador.

Provavelmente, este trabalho irá gerar conflito entre as partes, pois o cliente ficará insatisfeito e o trabalho retornará à agência e/ou webdesigner inúmeras vezes, assoberbando-o e onerando a agência contratada, sem contar que poderá gerar uma quebra de contrato, na medida em que o trabalho possuir características diversas daquela pretendida pela parte contratante.

Mas como evitar esse tipo de conflito e diminuir a distância entre essas idéias subjetivas?

Primeiro, adotando postura transparente com o cliente, na elaboração das propostas comerciais, atendendo ao princípios de probidade e boa-fé contratual insertos no art.423 do Código Civil.

Segundo, explicitando em contrato as etapas da criação, atrelando a consecução dessas etapas à aprovação do cliente ou de seus prepostos, devidamente nomeados.

E terceiro, usando extensivamente as possibilidades tecnológicas de relacionamento com seu cliente (por exemplo, no uso de extranet) para que ele esteja sempre a par da execução dos trabalhos, certificando-se de que seu aval seja dado em todas as etapas conforma acima sugerido.

Certamente, como já ouvi algumas vezes, alguns profissionais dirão: mas eu vou desenvolver primeiro o trabalho, para depois saber se o cliente gostou e somente então contratar?

Pelo contrário, você deve adotar postura transparente desde o início, com contratação inicial por escrito, segundo as regras de direito próprias da relação jurídica, prevendo o acompanhamento dos trabalhos por meio de tecnologia, descrevendo as etapas de evolução desse trabalho, cuja aprovação será dada constantemente pelo cliente.

Isso não significa fazer o trabalho para depois contratar, pelo contrário, é isso que o profissional de criação deve vender: a seriedade do seu trabalho num terreno em que se trabalha com idéias e, portanto, subjetividade.

Tenho certeza de que isso fará toda a diferença e a imagem da agência e/ou profissional de criação será fortalecida, não havendo desgaste contratual sob alegação de execução em desacordo com o contrato.

Mais uma vez, espero ter ajudado a esclarecer um pouco mais como uma boa contratação pode ajudar na realização de um bom negócio.

fonte: http://www.imasters.com.br/

 

 
 

10 Tópicos Importantes numa Contratação - Parte 02

Monica Rodrigues (e-mail) é advogada formada pela UniFMU; membro da Comissão de Defesa do Consumidor – Grupo Técnico de Estudos sobre Novas Tecnologias da OAB/SP; membro da Comissão de Ação Social e Cidadania da OAB/SP; pesquisadora da área de direito aplicado à informática com monografia desenvolvida “Negócios Jurídicos na Internet”; atuante na área de direito empresarial, direito eletrônico, e direito do consumidor.(http://www.wrodrigues.adv.br)

Olá! No último artigo, “10 tópicos importantes de um contrato de desenvolvimento para web”, abordamos temas como “o orçamento e proposta inicial”, “responsabilidade quanto à hospedagem”, “a posse das senhas de acesso ao servidor de hospedagem”, “a aproximação da vontade real do cliente” e a questão do “prazo para execução dos trabalhos”.

Agora trataremos em linhas gerais os 5 tópicos restantes, que na minha opinião, completam os principais itens a serem cuidadosamente observados nesse tipo de contratação.

06. O pagamento

Muitos profissionais queixam-se de inadimplência e perguntam-se como receber pelo trabalho desenvolvido, no que não enfrentam situação muito diferente da maioria daqueles que se dispõe ao desenvolvimento de qualquer atividade. Faz parte do risco de qualquer negócio.

Contudo, é certo que um contrato bem elaborado e com garantias minimiza esses riscos e apresenta-se como um instrumento a mais a facilitar a execução pelo inadimplemento da outra parte.

07. O registro de domínio

Muitos profissionais afeitos com as questões que envolvem a internet, ao oferecer seus serviços de criação de website incluem o registro de domínio.

Entretanto, vale lembrar que são atividades distintas. O registro é geralmente executado por empresas de marcas de patentes e/ou advogados habituados às questões que envolvem o direito concorrencial.

Contudo, nada impede que qualquer pessoa requeira um registro de nome de domínio.

Assim, é recomendável que se anexe ao contrato de criação as pesquisas realizadas nos órgãos competentes acerca de outros nomes de domínio semelhantes requeridos, de marcas registradas ou com pedido de depósito efetuado, bem como de nomes comerciais de empresas.

Afinal, se fizer parte do pacote na criação do website o registro do nome de domínio, poderá haver responsabilidade quanto a eventual situação de concorrência desleal em que for colocado o cliente.

08. Uso de imagens de banco e dados devidamente registradas

Às vezes o profissional de criação possui banco de imagens próprio, utilizando essas criações nos sites que desenvolve, o que merece as seguintes considerações: a) essas imagens devem ser registradas e b) deve-se determinar as condições para o uso dessas imagens em sites, folders, material promocional, etc.

Em outras situações, essas imagens pertencem a  terceiros a sua utilização depende de autorizações que devem integrar o negócio. Afinal, você não quer que seu cliente seja demandado por ter em seu website imagens que nem ele mesmo imaginava que não poderiam estar ali não é?

09. Inserção de link

O cliente não está obrigado a aceitar a inserção de link em seu website, mas deve constar – como se fosse uma assinatura – a titularidade da criação. São os famosos “powered by” encontrados na maioria dos sites, os quais fazem referência ao autor da obra criada, nos termos do que dispõe o art.24, inciso II da Lei sobre direitos autorais.
 
Por outro lado, é interessante que essa assinatura esteja ligada através de link ao website da agência ou do profissional de criação, afinal, isso gera um fluxo maior de clientes, sendo interessante que esteja previsto em contrato de maneira a evitar-se conflito futuro.

10. Exibição em portifólio

A exibição do website criado em portifólio da agência ou do profissional também é outro ponto a ser elucidado junto ao cliente e determinado quanto à maneira de apresentação, se em eventos fechados específicos para área de atuação da agência de criação ou webdesigner; se em impressos ou apenas na internet, enfim, não se trata apenas do trabalho desenvolvido pelo profissional, mas também de que maneira quer ser apresentada aquela empresa perante o público, inclusive quando a criação disser respeito a conteúdo específico de intranet.

Novamente, abraço a todos e até a próxima, quando falaremos sobre “a aproximação da vontade real do cliente” em detalhes.

fonte: http://www.imasters.com.br/

 

 
 

10 tópicos importantes de um contrato de desenvolvimento para web - Parte 01

Monica Rodrigues (e-mail) é advogada formada pela UniFMU; membro da Comissão de Defesa do Consumidor – Grupo Técnico de Estudos sobre Novas Tecnologias da OAB/SP; membro da Comissão de Ação Social e Cidadania da OAB/SP; pesquisadora da área de direito aplicado à informática com monografia desenvolvida “Negócios Jurídicos na Internet”; atuante na área de direito empresarial, direito eletrônico, e direito do consumidor.(http://www.wrodrigues.adv.br)

Por vezes, me deparo com listas de discussões em que profissionais da área de criação pedem dicas e/ou “modelos de contrato” de criação/desenvolvimento de websites e demais projetos para web. Geralmente, quando têm algum negócio em vista e ficam sob a ameaça de, ou perder o cliente, ou o que é pior, efetuarem um mal negócio.

Frente a esse tipo de ocorrência, e porque reiteradamente vejo dicas de como há na Internet “modelos prontos”, surgiu a idéia de abordar alguns tópicos importantes na contratação da criação de websites, a qual facilita algumas situações cotidianas enfrentadas pelos profissionais de criação.

Em primeiro lugar, vale frisar que a atividade de criação de website há muito deixou de ser algo desenvolvido por “curiosos” para se tornar o que é hoje; verdadeiro mercado onde empresas buscam competentes profissionais que possam expressá-las na web.

Essa expansão de mercado tem dado origem a inúmeras agências de criação para Internet, as quais apresentam seus serviços de maneira séria, pautadas na ética e com suporte na contratação de suas atividades.

Assim, de maneira genérica, vale apresentar em 10 tópicos algumas das situações que envolvem esse tipo de contratação:

01. O orçamento e proposta incial

São de grande relevância as propostas iniciais e o orçamento apresentado ao cliente, visto que integram o contrato, seja ele formalizado por escrito ou não.

Assim, preço, prazo e condições devem ser mantidos conforme acordado entre as partes, a menos que cheguem a outra conclusão até a assinatura do contrato final.

02. Responsabilidade quanto a hospedagem

A atividade de criação de website e a de hospedagem são diversas, sendo esta última a que armazenará as informações do site na internet.

É importante que o cliente que pretende a criação de website contrate empresa de hospedagem que utilize tecnologia compatível com as ferramentas utilizadas na criação, devendo a parte responsável pela criação indicá-las no contrato.

03. A posse das senhas de acesso ao servidor de hospedagem

Durante a execução dos trabalhos, o servidor utilizado para testes tanto pode ser o da empresa contratada, quanto do contratante.

O importante é que a agência seja informada quanto às senhas de acesso e suas posteriores modificações, para que o trabalho possa ser acompanhado em conjunto e os testes feitos no servidor em que ficará hospedado o site final.

Não é demasiado lembrar do dever de confidencialidade quanto a essa senha, inclusive com previsão contratual de sua utilização.

04. A aproximação da vontade real do cliente

As propostas iniciais e esboços, assim como slides de apresentação que contenham a idéia central do layout e demais funções do website devem ser amplamente discutidos e integrar o contrato, de maneira a individuar o máximo possível o objeto do contrato.

O objetivo é evitar o tão comum desgaste entre as partes ocasionado pela distância entre a vontade real do cliente e a criação final, e claro, uma possível quebra contratual.

Vale lembrar que, embora o site seja uma criação intelectual, deve aproximar-se ao máximo da idéia expressa pelo cliente, afinal, comercialmente contratamos o que atende às nossas expectativas.

05. O prazo para execução dos trabalhos

O prazo deve ser ao máximo respeitado. Desenvolvimentos de sites intermináveis geram insatisfação da parte do cliente e custos elevados para quem se responsabiliza pela criação, levando a quebra de contrato e abalando a relação de confiança com o cliente.

Fico satisfeita se, mesmo que de maneira genérica e em linguagem simples, tenha despertado a atenção daqueles que atuam na área de criação para a importância da contratação escrita do trabalho de desenvolvimento de website, o qual envolve questões de direito autoral, de concorrência entre empresas, de responsabilidade civil, bem como do direito obrigacional em geral, contribuindo para o desenvolvimento do mercado de criação para Internet.

É claro que tais considerações não se traduzem em qualquer orientação pessoal ou consultoria jurídica, bem como não podem ser adotadas genericamente na elaboração de um contrato padrão para toda e qualquer criação para internet. Para isso, o profissional ou agência deve contar com um advogado de sua confiança, especializado no cuidado com questões que envolvem o Direito Eletrônico, o qual poderá orientá-lo nas mais diversas contratações.

Um abraço e até a próxima matéria quando abordaremos os outros cinco tópicos restantes.

fonte: http://www.imasters.com.br/

 

 
 
Visão jurídica sobre o registro de domínio

Olá! Há algum tempo atrás comentei em um dos artigos publicados acerca do registro de domínio que costuma ser oferecido concomitantemente à criação do website.

Nada impede que se queira oferecer um amplo pacote de serviços, especialmente se isso significa uma maior vinculação do cliente a sua empresa.

Contudo, não pode passar desapercebido, que são atividades distintas que implicam em responsabilidades próprias que não se confundem.

A aquisição de um domínio não está vinculada à criação de website, exceto pela função social que deve exercer o domínio, posto que não se presta exclusivamente à especulação, antes deve ter utilidade àquele que o requer.

A lei, no que diz respeito à inserção na web, ao contrário de alguns tipos de negócios jurídicos não exige o cumprimento de nenhuma formalidade - como na aquisição de um imóvel em que se deve proceder ao registro no cartório imobiliário competente, ou na constituição de empresa em que se requer o arquivamento de seus atos constitutivos na Junta Comercial do Estado.

Se o endereço na web não está vinculado a nenhum subdomínio - como por exemplo www.wrodrigues.adv.br/subdomínio - a única formalidade a ser cumprida diz respeito ao registro de domínio, afinal não digitamos uma seqüência numérica (IP) em busca de um endereço na web, mas sim buscamos textualmente por aquilo que procuramos.

E é exatamente porque procuramos textualmente por aquilo que nos interessa que o registro de domínio requer alguma atenção.

Vejamos; por se tratar de palavra ou texto é certo que não deve ser confundido com nenhum nome comercial ou o que é pior com marca registrada no INPI.

Por isso mesmo, já deu pra perceber que se você proceder ao registro de um domínio para seu cliente deve assegurar-se de não colocá-lo em situação que o comprometa legalmente em relação ao mercado, causando confusão entre marcas ou nomes comerciais de outras empresas ou organizações.

Apenas a título de exemplo, sempre lembro de um caso em que dois sócios de duas empresas diferentes passaram meses trocando farpas por e-mail quando descobriram que possuíam registros de domínios muito parecidos, apenas com uma sílaba de diferença e que disputavam, por uma questão de fluxo na Internet, um terceiro domínio que estava disponível, também muito parecido com seus domínios originais.

A princípio, ambos pensaram se tratar de má-fé, e de que a outra empresa havia adquirido o registro de domínio para cedê-lo por preço abusivo posteriormente.

Com o tempo, foram percebendo que estavam a debater-se por um erro que nunca seria sanado fora do Judiciário, e o que é pior, não sem mover ação contra o INPI, já que ambas as empresas haviam feito corretamente pedido de registro para a mesma marca junto ao órgão, que publicou um dos pedidos de marca com incorreção, gerando a confusão, já que a empresa que fez o requerimento por último não tinha em nenhuma de suas buscas qualquer resultado que a impedisse de obter tal marca.

O detalhe, as duas empresas teriam que demandar suas perdas no Rio de Janeiro que é sede do INPI, sendo que suas sedes ficavam em outro estado.

Dentro das regras do bom senso, entenderam ambos os sócios que melhor seria encontrar um meio termo. Assim, a empresa mais nova no mercado e que por último requereu o registro de marca ganhou um ano e meio de prazo para adequar-se a um novo nome comercial, marca e domínio, sem sofrer nenhum tipo de constrangimento por parte da outra empresa, inclusive com direcionamento do fluxo de seus clientes na Internet durante esse período.

Aí eu pergunto: se seu cliente tivesse perdido judicialmente tal domínio e marca, contra quem ele iria demandar, contra o INPI ou contra você?

Diante disso, certamente fica a pergunta: como proceder a esse registro com segurança?

Bem, aí vão algumas dicas:

Primeiro, procure fazer uma busca prévia dos demais domínios já registrados para o mesmo texto que seu cliente pretende, mesmo em outros níveis de domínios (.adv, .pro, .org, etc) no Brasil e no exterior (.com ou .net). Afinal, seu cliente tem o direito de saber com quem eventualmente dividirá o fluxo de usuários quando ocorrerem erros de digitação dos internautas.

Segundo, faça uma busca prévia de nomes comerciais na Junta Comercial do Estado e no Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas, para saber se trata-se de algum nome comercial já existente no mercado.

Terceiro, proceda à busca junto ao INPI para saber se o texto ou palavra pretendida não se trata de nenhuma marca já registrada, visto que dispõe o § 1º do art.º 1º da Resolução nº.: 02/2005 do Comitê Gestor Internet que "constitui-se em obrigação e responsabilidade exclusivas do requerente a escolha adequada do nome do domínio a que ele se candidata. O requerente declarar-se-á ciente de que não poderá ser escolhido nome que desrespeite a legislação em vigor, que induza terceiros a erro, que viole direitos de terceiros, que represente conceitos predefinidos na rede Internet, que represente palavras de baixo calão ou abusivas, que simbolize siglas de Estados, Ministérios, dentre outras vedações".

Assim, entende-se por desrespeito à legislação em vigor, dentre outras práticas, a violação à marca de terceiro, nos termos dos incisos IV e V do art.195 da Lei de Propriedade Industrial, o qual dispõe:

Art.195 - "Comete crime de concorrência desleal quem:

(...)

IV - usa expressão ou sinal de propaganda alheios, ou os imita, de modo a criar confusão entre os produtos ou estabelecimentos;

V - usa, indevidamente, nome comercial, título de estabelecimento ou insígnia alheios (...)"

Ou seja, sendo a marca o sinal distintivo usado para distinguir produto ou serviço, o uso indevido de marca registrada constitui crime nos termos do artigo 195 da Lei de Propriedade Industrial, não parecendo razoável que se proceda ao registro desse mesmo nome como sendo de domínio.

Afinal, isso seria colocar seu cliente em situação de desvantagem ao invés de proporcionar a ele uma boa experiência em sua inserção na web.

De qualquer maneira, a questão da escolha e do registro do domínio deve ser amplamente discutida com o cliente visando delimitar e dividir eventuais responsabilidades pelo registro.

Por fim, a última dica é anexar todas as buscas efetuadas ao contrato com o cliente, junto com um termo de ciência quanto às diligências efetuadas. Isso, para salvaguardar sua empresa de desagradáveis surpresas, pois elas podem efetivamente ocorrer.

Fica aí o alerta e algumas dicas. Por isso, quando oferecer um pacotão, incluindo registro e criação, diferencie bem um do outro no contrato, anexe as diligências efetuadas e um termo de ciência de seu cliente. Tenho certeza de que ele se sentirá mais seguro de sua transparência e você também, não é?!

 

Monica Rodrigues (e-mail) é advogada formada pela UniFMU; membro da Comissão de Defesa do Consumidor – Grupo Técnico de Estudos sobre Novas Tecnologias da OAB/SP; membro da Comissão de Ação Social e Cidadania da OAB/SP; pesquisadora da área de direito aplicado à informática com monografia desenvolvida “Negócios Jurídicos na Internet”; atuante na área de direito empresarial, direito eletrônico, e direito do consumidor.(http://www.wrodrigues.adv.br)

fonte: http://www.imasters.com.br/

 

 
 
Conteúdo como estratégia de marketing


Nunca o conteúdo foi tão importante para conquistar a fidelidade dos clientes - veja como.

Conseguir a atenção dos usuários para o seu portal é imprescindível para as marcas que interagem no ambiente digital. Num cenário onde há uma inacreditável oferta de conteúdo para usuários cada vez mais ocupados, é preciso criar um senso de valor para este conteúdo -e isto nunca foi tão válido como agora.

O conteúdo virou fator diferencial numa estratégia de marketing, e é ele quem está determinando se uma marca continua relevante ou não para certos públicos. Afinal, no momento atual, onde cada vez mais a experiência pessoal é quem define uma preferência, ao invés das mensagens veiculadas em mídia de massa, oferecer  estrategicamente um conteúdo de valor, que realmente estimule uma troca entre empresas e clientes, pode fazer uma grande diferença.

Então, qual seria a estratégia de conteúdo ideal para cada tipo de negócio?

Muitos especialistas, como  Larry Chase, publisher do "Web Digest for Marketers", acreditam que o conteúdo deve ser subdividido em duas categorias principais: editorial e comercial. Para o especialista, as empresas podem se beneficiar dos dois tipos de conteúdo, criando um  mix de informação que pode agregar valor ao público alvo. Claro, tudo depende de qual tipo de site quer se oferecer, das necessidades dos clientes e das expectativas da empresa em relação a este conteúdo.

Vejamos a seguir algumas características importantes a serem seguidas no desenvolvimento de um "marketing calcado no conteúdo".

Conteúdo editorial
Investir em parcerias com provedores de informação, como agências noticiosas, pode incrementar a audiência. Mas, claro, é preciso estabelecer critérios claros para a escolha do conteúdo. Se seu site é dirigido ao público feminino de meia idade, por exemplo, publicar todas as notícias relativas a esporte publicadas pelas agências certamente não será a escolha mais correta.

Alguns sites da indústria farmacêutica, aqui no Brasil, se notabilizam por oferecer um conteúdo bastante interessante em seus sites. Como, por lei, estão proibidos de divulgarem as benesses de medicamentos de forma comercial, a aposta é desenvolver sites informativos a respeito das doenças que estes combatem. Unindo informação com prevenção - e, importante, estabelecendo um relacionamento de confiança com o usuário, com credibilidade e adequação às necessidades de cada um - estes sites prestam serviço, criam cumplicidade e de forma indireta geram identificação do consumidor com a marca.

Portanto, gerar confiança, estabelecer um diálogo ativo com o consumidor -e, claro, indiretamente gerar receita -  é papel de um conteúdo informativo e de grande valia para o usuário.

Conteúdo comercial
Ao contrário do que muitos supõem, os usuários não são totalmente refratários a conteúdos de origem comercial. O sucesso de sites de leilões e de classificados é uma prova disso - e eles oferecem o conteúdo que seu usuário procura de forma eficaz. O que não pode acontecer é a perda do foco. E, de novo, isso tem muito a ver com a relevância das ofertas contidas no site - ou enviadas por e-mail marketing a seu público alvo.

No caso do e-mail marketing, este fator é ainda mais crítico. O timing da oferta comercial e o seu contexto precisam ser muito bem analisados, para que você não corra o risco de ter centenas de clientes reclamando de spams que você mandou "sem autorização". Além da oferta relevante, é preciso caprichar no texto: personalizar a comunicação, fazer com que o conteúdo oferecido faça com o que o cliente se sinta especial e único. Desta forma, não há como errar - e você terá seus leads de vendas, com certeza.

Conteúdo híbrido
Não é proibido associar conteúdo editorial a alguma estratégia comercial, claro. Vamos supor que seu portal queira ampliar sua base de cadastros e para isso faz uma parceria com alguma empresa que ofereça um serviço relevante a seus consumidores. Desde que as regras de relevância e oportunidade sejam obedecidas, este tipo de iniciativa é bem vinda. Oferecer de forma gratuita um trecho de um relatório sobre tendências do consumo dos jovens em um portal destinado ao meio publicitário, por exemplo, certamente renderia muitos cadastros tanto a seu portal quanto a um hipotético parceiro. Esta é uma forma muito barata de começar um diálogo efetivo com uma fatia específica de mercado. E tudo, graças à relevância do conteúdo.

Interação total
Não cometa o erro de desenvolver um conteúdo de "uma só via". Dê espaço para seu consumidor interagir com sua marca e com outros consumidores; dê voz a ele, faça-o participar de fóruns, debates, comunidades. Se for possível abir espaço para um blog da empresa em seu portal, faça - desde que você tenha em mente quais são as implicações deste ato. Lembre-se que o conteúdo gerado pelo usuário é a base das iniciativas online mais bem sucedidas - e está virando meio que um "standard".

Comunicação integrada
Sua estratégia de conteúdo deve englobar todas as características de seu programa de comunicação. Significa estabelecer uma linha editorial em seu site, e zelar por ela, checando se ela está de acordo com a imagem que sua empresa deseja passar para o cliente. Se você também tiver presença maciça no offline, não se esqueça de estabelecer uma ligação do offline  com o conteúdo digital que você oferece em seu site.

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 

 
 
Gerência de Projetos Web: dicas e sugestões


JumpExec reúne dois especialistas em gerenciamento de projetos, que apontam quais as melhores dicas e sugestões para obter os melhores resultados em seus projetos digitais.

É fato: gerenciar projetos não é algo fácil. Lidar com as mais diferentes pressões, gerenciar pessoas, expectativas de clientes, controlar o tempo são tarefas complexas e que requerem disciplina e método.

Existem várias formas de se gerenciar projetos, e JumpExec foi perguntar a dois experientes profissionais da área quais são as principais dicas e sugestões que eles recomendariam. Seus depoimentos estão a seguir:

Marcos Camano, diretor de tecnologia da Tesla:

A base para a gestão de projetos é formada pela experiência do gerente em aplicar as principais técnicas amplamente divulgadas pelo PMI através do PMBOK. 

Gestão de projetos exige vivência do gestor. A experiência conta muito na formação de um gerente de projetos. Mas a base técnica e a real utilização das melhores práticas podem diferenciar um bom gestor de outro menos capacitado.

Projetos Web são em sua maioria complexos para o gestor. A variedade de profissionais envolvidos e a grande quantidade de sub-produtos necessários para a conclusão do projeto são características que resultam em dificuldades ainda maior para o gerente. 

Dentre as principais atividades do gerente de projetos destaco:

Viabilizar e garantir as condições e o ambiente necessário para o desenvolvimento do projeto: “informações e recursos”.

Sempre ter o controle do projeto. O gerente precisa garantir que está trabalhando a partir de um planejamento. O controle do projeto é caracterizado pela constante comparação das atividades previstas com as realizadas. Não é possível o gerente trabalhar sem a previsão detalhada de tudo que envolve o projeto – escopo, prazo e recursos.  

Destaco também as seguintes técnicas que auxiliam a gestão de projetos Web: 

Utilizar WBS. O WBS (work breakdown structure) pode ser definido como a representação visual do escopo. A partir de um WBS é possível alinhar o entendimento de tudo que vai ser construído no projeto com as partes envolvidas: cliente e equipe de desenvolvimento. O WBS deve ser sempre alimentado com as informações adquiridas durante o projeto. Além das vantagens de facilitar a comunicação, o WBS proporciona ao gerente um melhor controle de alteração de escopo. 

Atualizar o cronograma. O cronograma é preferencialmente uma ferramenta do Gerente de Projetos e não somente um meio de informar o cliente sobre prazos. Quanto maior o detalhamento das atividades, melhor será o controle do projeto. O cronograma deve sempre ser atualizado com as atividades realizadas.

Elaborar relatório de status semanal. O Gerente de Projetos deve registrar semanalmente as atividades do projeto em um relatório de status. Mesmo que o cliente não tenha solicitado, o gerente deve estabelecer essa rotina. A elaboração do documento faz com que o gerente reflita sobre o avanço do projeto no último período. O gerente precisa garantir que o projeto está sempre avançando.


Alexandre Regattieri Bessa, Gerente de Projetos da F/Nazca Saatchi & Saatchi:


Expectativas.
Todos os projetos iniciam com escopo mais ou menos definido e muitas expectativas: da equipe criativa, do cliente, dos programadores e do próprio gerente de projetos. Expectativas são sempre altas e geram frustrações se não forem alinhadas. O gerente de projetos deve unir as expectativas e nivelá-las para garantir o perfeito andamento do projeto. É melhor conversar antes,alterar o escopo e lidar com problemas ainda pequenos do que correr atrás de alterações não previstas depois.

Troca de experiências.
Um dos piores pesadelos de um gerente de projetos é se deparar com tarefas que não foram previstas. Pode ser o caso de um sistema que necessita de constante atualização, uma base de dados relacional, um servidor que requer configuração especializada ou até mesmo animações numa versão incompatível em determinada versão de flash.
Para irritantes imprevistos há duas dicas simples: manter um histórico de seus projetos e sempre trocar experiências com outros gerentes na hora de montar seu planejamento. O caminho das pedras pode ser superado com recursos especializados e menos tempo se você souber onde deve pisar.

Transparência.
Ninguém confia numa caixa preta. A melhor forma de conquistar seus clientes e seus recursos – sua equipe e terceiros envolvidos no projeto – é expor passo a passo os passos e o tempo previsto para cada tarefa. Algumas idéias podem surgir e até solucionar problemas de cronogramas, mas o melhor resultado do envolvimento das pessoas chaves é o comprometimento e a confiança do projeto.
Ninguém gosta de ser apenas uma engrenagem; é preciso fazer parte de algo maior. Desde o assistente que faz uma adaptação de mídia on-line até o programador da peça: eles precisam entender a importância do trabalho que realizam e como ele afeta seus colegas de trabalho e o relacionamento do cliente com a agência.
Do ponto de vista do cliente é fundamental ter uma agência transparente, que fala das vitórias e sabe assumir erros para aprender a como preveni-los no futuro.

Nunca diga que não é possível ser feito.
Negativas sem alternativas nunca são bem vistas. Se algo não pode ser feito no prazo desejado, pelo menos uma proposta de trabalho diferente deve ser apresentada. Sugestões sempre são bem-vindas, ainda mais se conseguem cumprir parte das expectativas que o cliente apontou. Por exemplo, porque apresentar todas as mídias on-line juntas, se é possível priorizar formatos mais complexos ou peças de veículos cuja diária acontece antes? Use o bom senso e coloque-se no lugar do cliente, até fazendo ressalvas de pontos positivos e negativos da visão que quer apresentar.

Relatórios de status.
São chatos de serem elaborados e atualizados, mas são a forma de cobrar equipe e clientes do comprometimento com o projeto. Um bom relatório de status descreve a tarefa, a situação atual dela, a data prevista para o término indicando se há atraso e o responsável pela tarefa. Nunca há mais de um responsável por tarefa. E um status atualizado semanalmente – preferencialmente numa segunda-feira – pode estimular sua equipe, clientes e terceiros a realizar as entregas dentro do que foi previsto.

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 

 
 
Preparando o ambiente para as métricas


Expert em métricas começa série de artigos sobre o assunto no JumpExec, analisando por onde começar uma estratégia de mensuração.

Assim como tudo na vida, métricas devem respeitar uma ordem cronológica com começo, meio e fim. Numa série de artigos mensais a serem postados aqui, na JumpExec, tentarei deixar este processo o mais fácil, direto e simples possível, a fim de ajudar você e sua empresa a definir quais são as melhores estratégias de métricas em marketing on-line para a sua campanha.

O início de tudo, o momento no qual nem as métricas existem ainda...

Preparando o ambiente para mensurar.
Antes de realizar qualquer tipo de mensuração ou definição de métricas de sucesso para ações online, todos os executivos envolvidos nesse processo devem se dedicar a responder estas 6 questões, que envolvem desde aspectos estratégicos a tecnológicos, passando também pelos principais envolvidos no processo, as pessoas. Os 6 tópicos são:

#01. Preveja
Em primeiro lugar, o exercício de se prever o que, quando e por que a mensuração de ações on-line deve ser feita é fundamental. Informações passadas sem mensuração são informações perdidas, o planejamento destas ações é fundamental a fim de realizar a captação desde o primeiro momento da ação.

#02. Definir o que será mensurado, focar no objetivo
Como praticamente todos os eventos on-line podem ser mensurados, a gama de opções em muitos casos tende ao infinito. A melhor forma de se definir quais são as métricas mais utilizadas é se perguntar: “Estes dados me ajudarão a atingir meu objetivo? Mas como?”. Não existem métricas perfeitas, que se encaixam em todas as ações, existem, sim, métricas mais utilizadas. As melhores métricas para seu negócio são aquelas que lhe ajudam a otimizar suas ações e conseqüentemente atingir seus objetivos de comunicação e venda etc.

#03. Certifique-se de que todos entenderam
Comunicação entre todos os envolvidos é fundamental para que todos remem para o mesmo lado. Certifique-se de que seu departamento de tecnologia compreendeu e que a pessoa que irá gerar os relatórios tenha entendido os objetivos da ação, que seu fornecedor de tecnologia entenda a importância de se fazer todas as mensurações... e assim por diante. Caso algumas dessas pessoas chaves esteja em um ritmo diferente todo o processo pode ficar comprometido já que existe toda uma cadeia de dependência entre as peças.

#04. Seja realista
Métricas são ferramentas fundamentais para determinar se as ações foram boas ou não, mas não salvam ações mal feitas, mal planejadas, mal produzidas etc. Não é porque se pode saber em tempo real tudo que se passa com suas ações que seus problemas terminaram; na maioria das vezes, é nesse momento que eles começam porque é nessa hora que os números estáticos devem ser transformados em ações pró-ativas, que gerem testes, melhorias e otimizações. Utilizar números somente para ações reativas é estar perdendo 90% de todo potencial que estas ferramentas podem proporcionar.

#05. Defina tempo e prazos reais
Todas essas ações demandam tempo não só de planejamento, como também de implementação e de testes. Para que essas ações não tenham suas datas iniciais prejudicadas ou que entrem no ar de maneira incompleta, é fundamental que prazos sejam respeitados de maneira britânica. Erros muito comuns, que surgem de prazos muito apertados: apenas parte das páginas de um site preparadas para mensuração, falta de integração entre ferramentas de Adserver e Web Analytics, falta de testes de formatos publicitários em veículos e erros no processo de criação... Todos estes exemplos poderiam ser facilmente evitados simplesmente com uma comunicação preventiva com todos os envolvidos e um planejamento bem estruturado.

#06. A  escolha da  ferramenta tecnológica correta
Por último, mas não menos importante, a escolha da tecnologia a ser utilizada. Ela está posicionada estrategicamente no último tópico deste rápido check-list, pois ela depende de todas as outras acima listadas. O barato muitas vezes pode sair caro. Escolher uma ferramenta tecnológica que não consiga responder a essas perguntas e afirmações acima formuladas de nada irá adiantar. Por isso, teste, tire dúvidas e conheça as melhores métricas para a sua campanha on-line. A ferramenta ideal não é aquela que responda suas perguntas de curto prazo, mas sim que te possibilite uma visão de médio e a longo prazo.

*Carlos Medina

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 

 
 

A evolução das redes sociais

Especialista analisa o boom das redes sociais e lança uma questão: o que esperar da evolução deste conceito que está mudando relações entre pessoas e corporações?

Depois do reconhecido sucesso do Friendster, e Myspace nos EUA, e o Orkut no Brasil, assistimos as redes sociais atuais atingirem seu patamar de maturidade. São poucos os usuários que não tem ou já tiveram um perfil em um desses sites. Ainda existem bandwagons, mas em número muito menor do que no começo, o que é natural.

Alguns sites ainda tentam investir em redes sociais, buscando sua fatia nesse novo mercado, talvez para seguir uma tendência, ou, de maneira mais inteligente, ter um grande banco de dados que pode ser explorado em ações promocionais segmentadas e mais coerentes.

Em principio, não existe o interesse real por parte do usuário em participar de mais de uma rede social, a não ser que tenha uma vantagem clara nisso, ou que exista um valor relevante em fazer parte daquele meio. Vejo que é irrelevante oferecer os mesmos serviços que outras redes populares e consolidadas já oferecem. Dificilmente as pessoas irão deixar de usar uma plataforma onde possuem muitos contatos e fazem parte de comunidades para mudar para outra nova.

Atentos ao tempo de cada estágio de seu ciclo de vida, as grandes redes sociais estão se revitalizando através da diferenciação, oferecendo novos serviços e convergências, como a possibilidade de postar vídeos, criar blogs, RSS e canais de música. Prova disso é o Google, que mais uma vez consegue amarrar seus serviços, compilando grande parte deles numa única plataforma. Mesmo com os serviços agregados, as redes sociais naturalmente se segmentaram por região e inicia-se uma nova segmentação, agora por áreas de interesse.

Percebe-se isso claramente na onipresença de brasileiros no Orkut, que segundo o próprio site representam mais de 55% de todas as pessoas cadastradas. Assim como o HI5 para a América Latina e MySpace nos EUA. Em uma breve pesquisa pela Wikipedia, é fácil encontrar dezenas de redes sociais com a mesma proposta, mas voltadas para diferentes países ou regiões específicas do globo.

Isso mostra a evolução do contato social via web. Pode-se encarar isso como mais um passo e que ainda não chegamos a um formato definitivo. Se é que teremos um por um grande período de tempo.


O Potencial das comunidades
Algumas comunidades criadas dentro das redes sociais cresceram de forma espantosa. Cresceram tanto que os espaços e as ferramentas oferecidas já não dão conta da exigência e de todo o conteúdo gerado pelos usuários.

De olho em um desses conteúdos, no começo do ano uma comunidade foi vendida a uma agência e um jovem carioca recebeu R$ 2 mil pela transação. Um valor baixo em comparação aos preços que são praticados normalmente no mercado, mas mostra que o valor da informação em um ambiente influente pode ser relevante.

Há pouco mais de 2 anos foram lançadas as primeiras redes sociais segmentadas por interesse. Sim, redes sociais em que as pessoas que participam estão interessadas em assuntos específicos. Existe atualmente alguma dezena delas, a maioria na língua inglesa. As mais populares são sobre relacionamento profissional, como o LinkedIn e estudantes de faculdade, como o Facebook.

Essas plataformas abrem espaço para o que era até então a ponta do iceberg. Os usuários já acostumados com a dinâmica de uma rede social digital podem buscar novas ferramentas espaços e onde é possível postar todo o conteúdo gerado, como videocast, podcasts, fotos e montar fóruns de discussão.

Eu não me surpreenderia se o Google seguisse esse conceito de Web 2.0 e possibilitasse aos seus usuários criar redes sociais, mesmo que em uma nova plataforma.

Ter a sua própria rede social já é possível.
A realidade de ter a própria rede social está mais perto do que imaginávamos. Lançado em outubro de 2004, com a finalidade de possibilitar que qualquer pessoa tivesse a oportunidade de ter sua própria rede social, o Ning conta hoje com mais de 58 mil redes sociais cadastradas em sua base de dados. Em setembro de 2006, o Ning estreitou seu foco em oferecer mais ferramentas para incrementar as redes sociais, tais como site de grupos, fotos, vídeos, blogs e é claro, fórum de discussão. Existem tipos diferentes de templates, para os que procuram por designs mais simples e tem a possibilidade de copiar a “cara” das redes de relacionamentos convencionais, como também é possível uma customização total.

Imagine agora se a sua empresa tivesse um ambiente na internet onde seus clientes e prospects tivessem contato com a marca o tempo todo, sabendo em primeira mão dos seus lançamentos, contribuindo com críticas e sugestões, participando de suas promoções e também gerando receita para a companhia.

As empresas têm hoje a possibilidade de criar a sua própria rede social. Isso pode ser traduzido em uma poderosíssima ferramenta de CRM e que muitos profissionais de comunicação e marketing buscavam. Um canal para ouvir, interagir, gerar brand experience e entender as necessidades de seus clientes.

As redes sociais proporcionarão às empresas um foco maior no seu target, possibilitando colocar realmente em prática o conceito one-to-one de comunicação.

Os novos passos

Se as redes sociais segmentadas serão um sucesso em curto prazo, difícil dizer. Mas o fato é que as redes sociais vieram para ficar, talvez não no formato que conhecemos hoje. É possível que não se tenha um mesmo formato por muitos anos, já que o avanço da tecnologia e a maior convergência dos meios acabam moldando esse tipo de serviço.

As empresas, por sua vez, começam a fazer ações focadas nessas plataformas, mas ainda com certa timidez. De qualquer maneira, têm de se atentar para as novas oportunidades de comunicação estratégica e estreitamento de relacionamento com seus clientes via web. Uma realidade cada vez mais presente num mercado globalizado.


Arnaldo Lincoln de Azevedo Filho

fonte: http://jumpexec.uol.com.br

 

 
 
Internauta dispensa firulas

Uma pesquisa americana mediu 608.063 fixações de olhar e 24.530 cliques de mouse para constatar o que muitos já desconfiavam: só depois de olhar o texto – ou, em muitos casos, de lê-lo na íntegra – é que os internautas se voltam para as fotos e gráficos. O estudo reuniu gente de peso – pesquisadores da Universidade de Stanford e do Instituto Pointer, reunidos no Projeto Stanford Poynter – que há quatro anos vem estudando em profundidade o comportamento do leitor de notícias online.

Eles começaram filmando os usuários de Internet em suas casas e escritórios. Há dois anos, sofisticaram o instrumento de análise e passaram a usar um “medidor de olhar” para conhecer o comportamento do internauta em detalhes. O medidor monitora a direção e movimento dos olhos do usuário para saber, por exemplo, quanto tempo ele se detém em cada informação, se lê os artigos inteiros ou só as manchetes, a importância dos gráficos e das fotos etc.

A pesquisa conclui que a maneira de "fisgar" o leitor online é através do texto, do conteúdo – exatamente o contrário do que ocorre nos jornais e revistas impressos, nos quais as imagens são o principal chamariz para atrair a atenção.

Esse resultado deveria inspirar, de uma vez por todas, os web-designers e os empresários. Não tem sentido os sites cheios de imagens que piscam, pulam, cantam e só enchem a nossa paciência. O problema é que todo mundo diz isso, há algum tempo, mas poucos praticam. Os web-designers em geral são fanáticos por tecnologia e não conseguem dispensar a ferramenta mais recente, a coisa mais nova, o pisca-pisca mais exuberante. E poucos empresários se dão ao trabalho de testar o site como um internauta normal, num computador pouco turbinado, e em conexão por telefone – e, assim, acabam comprando gato por lebre.
 
Odiabo é que, na maioria das vezes, quem faz sites não os usa para pesquisar. E vice-versa: quem é pesquisador na Internet não desenha sites. Se fizessem pesquisas, os designers facilitariam, por exemplo, a seleção e cópia dos textos, hoje uma ginástica inglória sem os softwares específicos para isso.

O mantra da usabilidade

O professor Ben Shneiderman, chefe do Laboratório de Interação Homem-Computador da Universidade de Maryland, disse para o jornal inglês “The Guardian” que o seu mantra para o design de sites é “controlável, compreensível e previsível”. Shneiderman foi um dos primeiros proponentes dos links por hipertexto e manja muito de computação.

A tradução exata do que esses adjetivos significam está quebrando a cabeça de muita gente que está investindo pesado em comércio eletrônico. E passou a configurar um mercado em ascensão. O expert em usabilidade de sites Jakob Nielsen cobrava até dezembro 10 mil dólares por dia para dizer a uma empresa o que estava errado com o site dela. Agora, está cobrando 20 mil.

A embalagem online

Como o mercado de embalagens vai reagir ao comércio eletrônico? A pergunta é importante e sem dúvida deveria gerar uma boa reflexão. Sabe-se que no Brasil cerca de 85% das decisões de compra se dão no ponto de venda, uma das porcentagens mais altas do mundo. Daí a embalagem ter se tornado a “vendedora silenciosa”, como diz o especialista Lincoln Seragini. Ou barulhenta, como prefere afirmar o designer Ronald Kapaz. Autor das sutis e firmes mudanças no Omo nos últimos dez anos, Kapaz diz que a embalagem faz, nas gôndolas do supermercado, as vezes do grito do vendedor da feira: “Olha a laranja, dona; olha a laranja fresquinha”. É ela, sem dúvida, o chamariz.

E qual vai ser o chamariz para um produto atrair a nossa atenção e a nossa decisão de compra na tela de um computador? O tema foi assunto da revista “EmbalagemMarca”. Pela reportagem, dá para ver que os especialistas em embalagem por enquanto têm mais dúvidas do que certezas sobre o papel da embalagem na compra eletrônica.

Mas alguns arriscaram alguns palpites. Para Luiz Roberto Farina, da Benchmark, “na compra de conveniência, como na web, o consumidor tende a testar pouco, vai direto às grandes marcas, pois ele não pode pegar, observar mais de perto um produto como no ponto-de-venda tradicional”. Já Manuel Müller, da Müller Associados, acredita que o caminho será a suavização de cores e de grafismos, para não irritar o comprador com a captação lenta de imagens. Uma das poucas unanimidades é a de que a marca dos produtos tende a ganhar mais força do que a embalagem propriamente dita.

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A jornalista Adélia Borges é uma das maiores conhecedoras das atividades do design no Brasil: é crítica, autora, jurada, curadora. Atualmente é diretora do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo. De 1987 a 1994 ela foi editora-executiva da revista Design & Interiores. Em seguida passou a escrever livros como Cadeiras Brasileiras, que traça a evolução do design deste móvel no Brasil; o livro sobre Maurício Azeredo (A construção da identidade brasileira no mobiliário, Instituto Lina Bo e P. M. Bardi, 1999); a síntese dos dez primeiros anos do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira (Prêmio Design, MCB, 1996); e a biografia de Sergio Rodrigues. Na sua passagem de quase quatro anos como editora na Gazeta Mercantil, de 1998 a 2001, assinava uma coluna sobre design. É autora do livro "Designer não é personal trainer" (Editora Rosari).

fonte: Rede Design Brasil

 

 
 

Quanto custa montar um negócio na internet 

A variável custo é fundamental para a análise de qualquer empreendimento. No caso do comércio eletrônico, alguns de fatores de custo que normalmente não ocorrem no comércio tradicional, ou ocorrem em menor escala, são os seguintes:

Implantação e manutenção da loja virtual. De forma simplificada, pode-se dizer que a loja virtual consiste em um conjunto de sistemas que possibilitam a realização de pedidos diretamente pelos clientes e o gerenciamento de todos os processos do negócio, como  divulgação,  promoção,  venda e entrega. Pode-se contratar um desenvolvedor para montar uma nova loja sob medida, mas a tendência verificada no mercado é a contratação de um fornecedor que já tenha a solução pronta e testada para centenas ou até milhares de clientes, fazendo-se apenas a customização de  acordo com a necessidade específica de cada cliente. Existem diversas faixas de custo que variam conforme o grau de flexibilidade da solução e a variedade de funções disponibilizadas pela loja virtual. Pode-se partir de uma solução “básica”, como a oferecida no mercado, com um investimento de aproximadamente