SÃO PAULO - O número de brasileiros com acesso à internet em casa ou no trabalho chegou a 39 milhões.
O número é 21% maior em relação a medição feita há um ano, segundo dados da empresa de pesquisa Ibope//NetRatings divulgados nesta terça-feira.
A base de internautas do país somava 39 milhões no final do terceiro trimestre, de acordo com levantamento da companhia, acima dos 32,2 milhões de usuários verificados um ano antes.
Se considerado apenas o número de pessoas com acesso à internet em casa, a base nacional de internautas evoluiu 43,7 por cento no intervalo, para 30,1 milhões.
O crescimento acompanha vendas aceleradas de computadores este ano, que devem crescer cerca de 20 por cento sobre o volume comercializado em 2006, segundo projeções do setor.
O nível de atividade dos internautas também apresentou avanços. O tempo médio gasto por cada internauta na Web em outubro foi de 23 horas e 12 minutos, uma hora e 12 minutos a mais na comparação com setembro e duas horas e 42 minutos acima do verificado em outubro de 2006.
SÃO PAULO - Depois dos e-mails, os mecanismos de busca são o principal motivo para o uso da Internet. De acordo com uma pesquisa do instituto Pew & Internet Life feita nos EUA em maio deste ano, 80% dos internautas têm o costume de entrar em sites de busca, sendo que 29% fazem isso todos os dias.
O uso do e-mail é a atividade mais comum: 52% dos internautas checam suas caixas postais diariamente. Mas a pesquisa afirma que os usuários consideram os sites de busca "indispensáveis" para a internet. E quanto mais tempo gastam online, mais se voltam a eles. Quase 40% dos que usam a Internet há mais de três anos consultam mecanismos de busca todos os dias.
O site mais popular é o Google, com tempo médio de navegação de 26 minutos por usuário - 23,4 minutos a mais do que o registrado em outubro de 2001. Mas o campeão de audiência é o MSN, que registrou 43 milhões de usuários únicos em maio, ou um alcance de 32,5%. Uma possível razão é o fato de a busca do MSN ser uma ferramenta do Internet Explorer.
O Yahoo!, que durante mais de 4 anos se manteve líder, agora é o segundo mais visto: 38 milhões de usuários únicos entraram no site, ou 28,7%. A audiência do Google fica logo atrás, com 36 milhões de usuários em maio deste ano (27,7%).
Os entrevistados dizem que os sites de busca os ajudam a resolver problemas do mundo real. Os assuntos mais procurados são endereços de agências oficiais, religiões e informações sobre saúde. Há também os que procuram informações sobre si mesmos: 25% disseram que pesquisaram a frequência com que seus nomes aparecem nos resultados. Uma curiosidade mais masculina (30%) do que feminina (20% das mulheres procuram esse tipo de informação).
Freqüentemente vejo em fóruns e blogs, alguns debates sobre o uso indiscriminado do Flash em alguns projetos.
É indiscutível que o Flash proporciona efeitos visuais incríveis ao usuário. Buscando essa experiência incrível, muitos desenvolvedores abusam (meu ponto de vista) da utilização do Flash. Assim, buscam uma ótima experiência para o usuário em detrimento de bons resultados para o cliente.
Nesse artigo vou focar o que você deve pensar antes de usar o Flash, do ponto de vista de SEO(Search Engine Optimization).
Como já disse, o Flash tem efeitos visuais muitos bons, mas os mecanismos de busca não têm olhos! Embora alguns poucos crawlers possam “abrir” o arquivo Flash e ler os seus textos e links, a estrutura e contextos são perdidos. Além disso, algumas vezes os textos são armazenados como figuras.
Mesmo que o crawler consiga indexar o conteúdo de um arquivo Flash, sempre ocorrerá perda de algum conteúdo, texto ou link. Além disso, como já foi dito, poucos crawlers conseguem “abrir” os arquivos Flash.
Então o que fazer, quando você precisa utilizar o Flash?
A primeira coisa é garantir que os mecanismos de busca consigam visualizar (ler) exatamente o que os seus usuários conseguem visualizar (ver).
Algumas sugestões:
Use Flash somente onde ele é necessário. Muitos sites enriquecem sua apresentação com Flash, mas mantém HTML para navegação e conteúdo. Isso quer dizer que você deve usar Flash para dar ênfase e enriquecer o seu conteúdo, mas não fazer do Flash o seu conteúdo.
Pense em fazer um site que possa ser acessível por mecanismos de busca, deficientes visuais usando leitores de tela, usuários utilizando navegadores que não suportam Flash ou não têm o plugin instalado e os usuários que têm velocidade de conexão limitada à internet, como usuários de celulares e PDAs ou de cidades sem banda larga.
Utilize técnicas como a sIFR. Essa técnica é utilizada quando o desenvolvedor deseja utilizar uma família de fonte que dificilmente está instalada no usuário do site. O texto a ser subsituído é escrito normalmente em HTML (o crawler lerá isso) e o Javascript subsitui a fonte desses texto pela fonte do arquivo Flash (o usuário verá isso).
Crie versões sem Flash. É muito comum utilizar Flash para fazer apresentações de introdução ao site. Mantenha um link HTML para pular essa introdução, de forma que o usuário consiga acessar o conteúdo principal independente do Flash.
Percebam que não há aqui nenhum radicalismo da contra-indicação da utilização do Flash. É importante que isso fique claro.
Penso que a “regra” de não utilizar Flash para “tudo”, assim como outras regras, podem ser descumpridas, desde que você saiba as conseqüências da quebra da regra e como eliminar ou minimizar os impactos dessas conseqüências.
Então, caso você precise ou decida fazer um site baseado em Flash, pondere sobre como fazer para trazer uma ótima experiência ao usuário e bons resultados para o seu cliente.
Não adianta o profissional SEO usar um repertório de truques para artificialmente destacar um site. A idéia é deixá-lo útil e importante para o público que procura o conteúdo que o site possui.
Por Ivo Saldanha
Muitas pessoas podem pensar que SEO é uma prática antiética e trapaceira, uma tentativa de manipulação dos resultados da busca. De fato isso acontece porque alguns SEOs têm essa mentalidade. Porém, a otimização não deve ser tratada como uma prática desonesta.
Para quebrar essa mentalidade, devemos entender claramente a função dos mecanismos de busca. Assim, a otimização será mais aceita pelos empresários e o marketing em buscadores dará um grande passo.
Primeiramente, devemos ter em mente que a web é construída por um grande número de usuários e cada um deve zelar pela funcionalidade e pelo bem-estar dela. É uma comunidade global.
Mecanismos de busca são instrumentos que organizam o que foi construído. São instrumentos criados para beneficiar os usuários da rede, para servir e trazer conforto a essa comunidade.
Os mecanismos de busca foram criados para que os usuários pudessem encontrar documentos relevantes sobre um determinado assunto na internet.
Por que a exibição dos resultados é ordenada por relevância e não por outra ordem qualquer, como a alfabética? Porque os usuários perdem certo tempo para passar de uma página de resultados para outra e porque o número de documentos encontrados é muito grande. A ordenação por relevância é a mais adequada porque o usuário precisa de muito tempo para olhar documento a documento.
Resumindo: a função dos buscadores é servir o usuário, mostrando o resultado mais relevante em primeiro lugar, para que ele ganhe conforto e rapidez e encontre logo a informação desejada. Do contrário o serviço de buscas não seria tão útil. Nunca devemos nos esquecer de que a internet deve ser centrada no usuário.
Se um site não consegue atendê-lo, é logo descartado. Quando o usuário não encontra o que quer no primeiro resultado, ele sai e procura no segundo resultado e assim sucessivamente. Portanto, para os sites não basta conseguir o primeiro lugar a todo custo se não possuem o conteúdo procurado.
Também é necessário entender o que é otimização. O que significa otimizar? É deixar algo no estado ótimo, no ponto ideal. É tirar o que atrapalha, o que é desnecessário, e acrescentar o que é preciso. É não deixar nada importante faltando, é deixar usável.
Então, o que é otimização de sites para buscadores? É a união dessas três idéias. É fazer com que um site mereça o primeiro lugar, é torná-lo relevante e extremamente útil ao usuário. Como membro da comunidade global que é a web, o profissional SEO deve colaborar com os buscadores e ser responsável pela manutenção dos resultados. É como se esse profissional fosse um bibliotecário.
Então entendemos o que é SEO: é a otimização geral de um site, é a colaboração para o serviço dos buscadores.
No próximo texto continuaremos abordando as conseqüências de diferentes mentalidades encontrada no profissional de otimização de buscadores – quando ele atua como inimigo dos mecanismos de busca e quando o profissional SEO é amigo desses mecanismos.
Este artigo é direcionado para aquele anunciante ou agência que ainda tem dúvidas se deve ou não investir em estratégias de busca.
Quantas vezes você consulta o Google atrás de informações profissionais ou pessoais? Pois é, você não é o único a fazer isso: somente em julho de 2007 Google e Yahoo receberam mais de um bilhão de consultas no Brasil, número esse 67% superior ao do início do ano.
Estatísticas do Comitê Gestor da Internet Brasileira mostram que a penetração do sites de busca entre os usuários de internet ultrapassa 70%.
Nos EUA, as campanhas em sites de busca já respondem por 41% dos investimentos em publicidade online, que no total movimenta mais de 16 bilhões de dólares.
Segundo o IbopeNet/Ratings, a categoria “ferramentas de busca” tem um alcance de 86,96% entre os usuários brasileiros.
No Brasil, o mercado de mídia online chegou a 361 milhões em 2006 e no primeiro semestre de 2007 cresceu 40% em relação ao ano anterior. Os investimentos em sites de busca somente passaram a ser contabilizados agora, o que significa que o bolo online é maior que o apurado e irá crescer ainda mais com a entrada deste “dinheiro novo”.
Após ler esses números acho que fica clara a importância de sua empresa ter em uma estratégia de atuação nos sites de busca, não apenas para fins de marketing e vendas, mas também de relações públicas, já que todos consultam a web em busca de informações de fornecedores, empresas, parceiros, funcionários, etc. Se você não estiver bem posicionado - seja através de uma campanha de links patrocinados ou nos chamados resultados naturais (aquele que o site encontra “espontaneamente” baseado em seus algoritmos matemáticos) com certeza estará perdendo oportunidades.
Mas a Busca hoje vai muito além da exibição de uma listagem de sites: além dos buscadores especializados ou “verticais” (ex. Buscapé para preços e ofertas, YouTube para vídeos, Technorati para blogs), agora os próprios sites de busca “genéricos” ou “horizontais”, como Google e Yahoo, incorporaram em sua página de resultados notícias, fotos e vídeos, mapas, etc. Por isso, é cada vez mais necessária uma estratégia mais ampla de otimização.
John Batelle escreveu em seu livro “A Busca” que os sites de busca são um “banco de dados de intenções”. Um exemplo fácil de entender: se a temperatura em São Paulo sobe, a busca por ar-condicionado aumenta; o contrário acontece quando as temperaturas baixam. Ou seja, os fatos do dia-a-dia influenciam diretamente o comportamento das pessoas na internet e daí a importância de uma presença relevante nos sites de busca.
Assim, quando sua empresa lançar uma nova campanha na televisão é importante disponibilizar o mesmo conteúdo online, já que assistir vídeo é uma das atividades primordiais dos consumidores na web (além da busca, claro). Além disso, será possível potencializar a exposição desse comercial oferecendo ferramentas de compartilhamento (tipo “indique a um amigo”), criando assim o chamado “marketing viral”.
Há também os blogs e as redes sociais, onde as pessoas estão falando sobre produtos, pessoas e empresas; por isso é importante monitorar o que está sendo dito sobre sua empresa lá. O Yahoo tem um modelo de busca chamado Yahoo Respostas, onde milhões de pessoas interagem com perguntas e respostas sobre os mais diversos assuntos. Será que estão falando sobre sua empresa lá? E os sites de notícias, que não usam editores humanos, mas sim “robôs”, como Google News e Yahoo News: seu press-release foi criado de forma a ser facilmente indexado por esses sites? Ele está disponível no site de sua empresa?
Rob Garner, Senior Strategic Planner da agência iCrossing, escreveu o que considero um dos mais interessantes artigos que li nos últimos meses e nele ressalta a importância de garantir destaque para seus comerciais de TV também na internet, tendo em mente o fenômeno YouTube e a massificação do consumo de vídeos através da web. Segundo ele, se você não tiver uma estratégia específica, você corre o risco de ver seu comercial não ser encontrado em uma busca pelo nome da sua empresa e perder uma excelente oportunidade para fazer sua marca ecoar no mundo online. Ou, pior ainda, a página de resultados pode trazer uma paródia no lugar de seu vídeo “oficial”, que pode ser prejudicial à sua campanha.
Reproduzo aqui as quatro dicas que Garner dá para otimizar seu comercial de TV e ganhar destaque nos sites de busca:
Garanta os direitos autorais para veiculação online antes de começar a campanha.
Seja o primeiro a publicar seu próprio comercial na web.
Ao disponibilizar o vídeo online, faça otimização das palavras-chave mais relevantes para garantir a indexação pelos sites de busca.
Disponibilize seu comercial em diversos sites (exemplos: YouTube, Google Video, MySpace, Yahoo Video)
Garanta visibilidade ao seu comercial (e sua marca) através de SEO (otimização para busca natural) e links patrocinados.
Uma recente pesquisa mostra que campanhas offline e online (baseadas em banners e “rich media”) são grandes geradoras de tráfego para sites de busca. Por isso, combine essas ações com uma forte presença de sua marca nos mecanismos de busca e você terá uma estratégia imbatível.
fonte: http://www.sembrasil.com.br
Mudanças em algoritmos de busca agitam mercado
Os critérios para inserção de anúncios em buscas estão mudando - veja como isso pode afetar sua estratégia.
As buscas na web se tornaram tão importantes que muitos as consideram como o alicerce de novas maneiras de se fazer negócios na rede. Google e Yahoo fizeram dinheiro e fama ao lançarem algoritmos de busca, autênticos "farejadores" de pistas que podem monitorar todo o conteúdo da internet a partir da simples digitação de uma palavra.
Hoje em dia, é praticamente impensável que uma empresa não considere em seu mix de marketing algum tipo de investimento levando-se em conta o marketing de busca - compra de links patrocinados, otimização dos sites para conseguir posições mais relevantes nas buscas orgânicas, participação em leilões de palavras-chave.
No entanto, os buscadores continuam atentos à evolução deste mercado - e alguns dos principais players estão sofisticando seus meios de pesquisa, sempre procurando obter resultados mais precisos - e, claro, conseguir mais credibilidade para seus programas de links patrocinados, já que são remunerados por clique.
Um exemplo disso é o lançamento do novo sistema do Yahoo, o Panama, tem como uma de suas principais características dar ênfase à relevância de cada site vinculado a uma palavra. Isto acontece porque o novo algoritmo do Yahoo faz suas buscas baseado em uma combinação de palavras-chave em listas de anúncios semelhantes, que permite que o sistema determine sua relevância média e defina uma taxa prévia de CTR (click-through rating). O novo sistema agrupa anúncios que, embora tenham títulos diferentes (e palavras-chaves diferentes vinculadas), apresentem o mesmo texto. Esta taxa presumida determina o preço de uma palavra-chave no leilão e dá origem a um "score" para cada palavra a ser comprada. Esta forma de avaliação é considerada muito parecida com o AdRank do Google.
Ou seja, com o novo critério, quem paga mais pela palavra não vai necessariamente aparecer no melhor lugar. Ganha o melhor lugar é o anunciante que obtiver o melhor "score" dentro dos critérios de click-through presumido, alocação de verba e qualidade do anúncio.
Segundo uma pesquisa feita pela empresa Searchlgnite, especialista em estratégias de busca para grandes marcas, juntamente com a RBC Capital Markets, o novo sistema parece não ser muito benéfico para pequenos anunciantes -ao contrário, os maiores beneficiados seriam anunciantes de marcas fortes, com maior disponbilidade de verba e conseqüentemente com maiores possibilidades de conseguirem relevância nas buscas orgânicas.
Embora diga que ainda esteja cedo para fazer qualquer afirmação mais contundente, Roger Barnette, presidente da Searchlgnite afirma, que o novo método do Yahoo mostra "melhorias no custo por clique e na posição média de empresas maiores, mas o volume de impressões caiu, devido aos filtros geográficos aplicados no sistema. Porém, o saldo ainda é positivo", afirma.
Se para os grandes anunciantes, que são exceção à regra, o novo sistema não representa grandes desafios, o mesmo não acontece para os pequenos, que precisam conquistar (literalmente!) seu espaço nas páginas de buscas. Relevância é o nome do jogo, e por isso seguem algumas dicas para que você possa melhorar seu desempenho nas buscas com os novos critérios:
Uso inteligente da palavra-chave. Claro que usar a palavra-chave no título do anúncio ajuda,e as novas ferramentas permitem que você seja mais criativo na elaboração dos textos, e até possa testar quais são os mais efetivos. O feedback é importante, já que nem sempre as suas expectativas a respeito da performance de um texto serão compartilhadas com os usuários. Você poderá se supreender com os resultados - e aumentar as agora ainda mais importantes taxas de clique.
Adote uma landing page. Seus links apontam para uma landing page, ou um hotsite exclusivo para as suas ofertas mostradas nos links patrocinados? Não? Então, pense com carinho nesta hipótese. Não "desperdice" o clique conduzindo o usuário para uma mera página interna de seu website de vendas. Desenvolva uma landing page com "pegada", que cumpra com as expectativas de seu usuário. As landing pages podem não ajudar no seu "score", mas certamente aumentam a taxa de conversão - e seu poder de barganha nos leilões.
Repense sua estratégia de leilões. Como você já deve ter percebido, fazer a maior oferta por uma palavra não garante necessariamente o melhor lugar no buscador - e muito menos os melhores resultados. Verifique a performance de cada palavra-chave isoladamente. Veja quais foram os resultados de vendas daquela palavra, verifique qual foi a reação que cada palavra trouxe ao seu negócio - algumas funcionam melhor na conversão de vendas, outras são mais eficazes em branding. Redirecione seus investimentos em leilões de acordo com a performance de cada palavra.
fonte: http://jumpexec.uol.com.br
Fatores que ajudam a otimizar a busca em seu website
Pesquisa revela quais são os dez principais fatores que ajudam a otimizar os websites; confira se seu site atende aos requisitos.
A otimização de buscas nos sites é estratégia importante para se conseguir melhores posições nas buscas orgânicas (aquelas que são feitas "naturalmente" pelos buscadores, sem serem pagas). Os algoritmos dos buscadores do Google e Yahoo, por exemplo, têm parâmetros que os fazem classificar a relevância de cada website para cada tipo de busca.
No entanto, nem sempre está claro quais são estes parâmetros; para tentar desvendar estes critérios, e até mesmo apontar caminhos para empresas, agências e profissionais, uma pesquisa foi promovida pela empresa americana SEOmoz. A pesquisa, chamada Search Engine Factors Guide, foi feita baseada em contribuições de trinta e seis especialistas em otimização de busca, que votaram nos dez pontos que contribuem positivamente para a melhoria do site na busca orgânica. Os especialistas também votaram nos cinco fatores mais negativos.
O resultado, obviamente, não pretende ser definitivo, mas pode ser tomado como uma referência. Um dos pontos que gerou uma certa controvérsia durante a pesquisa foi o fator "idade do site". Enquanto alguns especialistas, como Lucas Ng, analista de marketing online da Fairfax Digital, afirmam que sites mais antigos são levados altamente em conta pelo Google, outros acreditam que o fator realmente importante neste quesito é o quão antigos são os links.
De qualquer modo, pequenas divergências à parte, os itens elencados pela pesquisa certamente têm relevância e devem ser considerados cuidadosamente durante a estratégia de otimização.
Os 10 fatores positivos, identificados pela pesquisa, são os seguintes:
Uso das palavras-chave nas tags do site. As tags são praticamente a "base" do trabalho feito pelos "spiders" dos buscadores. Portanto, colocar as palavras-chave mais representativas de seu negócio nas tags é obrigatório.
Popularidade global do link. Quanto mais cliques seu link conseguir, tanto maiores serão as chances de seu site aparecer lá no topo das buscas.
Popularidade através de links externos. Óbvio: quanto mais links externos apontarem para sua homepage - troca de links - , mais relevância ele terá aos olhos dos algoritmos dos buscadores.
Popularidade do link dentro da estrutura interna de links do site. Quanto mais referências internas a um link dentro de sua página, maiores as chances do link referenciado aparecer com destaque nas buscas orgânicas.
Idade do site. Como comentado anteriormente, é um ponto polêmico. Muitos argumentam que a perenidade deve ser dos links relacionados, não do site em si. De qualquer forma, a "tradição" pesa bastante neste quesito.
Relevância do conteúdo dos links externos. Sua URL é muito citada em outros sites que tenham conteúdo parecido com o seu? Este é mais um fator positivo para que ele conquiste relevância.
Popularidade do link em comunidades relacionadas. Inclua seu link no ambiente das comunidades relacionadas com as palavras-chaves que você determinou no site. Isso aumentará a identificação de sua homepage com as palavras-chave.
Uso das palavras-chave no textos do site. Você precisa criar um elo muito forte entre as palavras-chave que mais definem seu negócio e o seu site. Use e abuse delas.
Popularidade global dos sites relacionados. A relevância dos sites com os quais você trocou links também é bem importante.
Conteúdo da página de "chegada". A página de chegada é aquela que é acessada através dos links relacionados nas páginas de resultados. Evidentemente, quanto mais referências ela tiver às palavras-chaves, mais ela cooperará para os resultados orgânicos.
Agora, atenção aos cinco fatores negativos, "eleitos" pelos especialistas:
Servidor inacessível a "robôs". É preciso facilitar a vida dos robôs dos buscadores - afinal, como você poderá ser monitorado?
Conteúdo muito similiar ou replicado do conteúdo do index do site. Ser repetitivo não é bom negócio, neste caso.
Links externos vindos de site de baixa qualidade ou de "spammers". Não seja promíscuo com seus links. Os robôs estão vendo e por isso vão "castigá-lo".
Participação em esquemas de compra e venda de links. Os robôs também detectam este truque, portanto não vale a pena ser "espertinho".
Meta tags duplicadas em muitas páginas. Um esquema de meta tags organizado é fundamental.
Evidentemente, profissionais e agências especializadas poderão auxiliar você a verificar se seu site segue estes padrões - e mesmo estes fatores não podem ser considerados definitivos. Uma análise do seu negócio e dos objetivos do site deve ser feita - somente com esta visão abrangente é que sua otimização poderá realmente surtir os resultados desejados.
fonte: http://jumpexec.uol.com.br
Links patrocinados: detalhes que fazem a diferença
Uma das principais associações realizadas às campanhas de links patrocinados é seu modelo de negócio (CPC - custo por clique). Nesse caso, a empresa só paga quando uma pessoa interessada clica no anúncio. Porém, atualmente, as opções de investimento nos buscadores têm apresentado uma grande diversidade e, como conseqüência, gerado dúvidas sobre quais caminhos seguir.
Atualmente, os links patrocinados permitem segmentarmos uma campanha através de palavras-chave (anúncios de texto) e também por sites verticais, anúncios gráficos, vídeos, região, perfil e contexto. Além do custo por clique, é possível pagarmos apenas por impressões, visualizações de vídeo, chamadas telefônicas e ainda em testes, somente quando houver a conversão. Neste último modelo, o sistema permite que o anunciante pague (CPA – custo por ação) apenas se seu objetivo pré-estabelecido e devidamente configurado, for completado. Temos como exemplos de conversões, venda de produtos, preenchimento de formulários, assinaturas de newsletter ou até mesmo páginas navegadas. Afinal, que formato é mais eficiente? É mais interessante continuar pagando apenas pelo clique ou optar por um determinado valor de CPM (custo por mil impressões)? Direciono minha ação para palavras-chave ou às campanhas de contexto? Qual buscador tem gerado mais retorno?
É impossível arriscar qualquer palpite, pois cada empresa tem seu público-alvo, estratégia de comunicação, objetivos, oportunidades e assessoria de um modo totalmente diversificado. Portanto, para responder as perguntas acima, é necessário aproveitar alguns dos recursos mais abundantes no meio online: criatividade, comunicação e mensuração.
A criatividade, somada ao senso de oportunidade, possibilita ao criador da campanha buscar caminhos alternativos para impactar um cliente potencial sem perder a eficiência. Tomemos como exemplo uma empresa que comercializa sistemas de acesso a rodovias. Seu foco mais óbvio seria: palavras como rodovias, estradas e pedágios. Um evento sazonal como a visita do Papa Bento XVI à cidade de Aparecida do Norte despertou um alto volume de buscas referentes a informações da cidade, roteiros e programação da cerimônia. Por que não aproveitar um acontecimento como este e testar a aderência com este público? Vale lembrar que quanto mais incomum uma ação, menor a chance de se deparar com concorrentes e de pagar um valor mais alto pelo clique.
É comum encontrarmos erros em campanhas ocasionados por detalhes. Começamos com o fato de que temos apenas alguns caracteres disponíveis para transmitir através do título, descrição e url, uma propaganda/idéia/conceito convincente e, ao mesmo tempo, inibidora aos usuários desqualificados.
Em outro exemplo, uma empresa que comercializa cursos no exterior, após aceitar uma sugestão de criação pelo próprio buscador, visualizou seu anúncio apresentando a palavra Intercâmbio seguida da própria marca institucional utilizada.
Já que falávamos de detalhe, a dissociação das palavras empregadas era a única exigência do anunciante, mas foi a primeira a não ser cumprida pelo desconhecimento por parte da equipe de criação. Certamente, faltou um insumo básico: a comunicação entre as empresas.
Unificar a linguagem e conhecer as particularidades da empresa e do mercado são tarefas que, uma vez utilizadas, trarão grande vantagem competitiva ao anunciante, mesmo que a administração da campanha seja realizada por terceiros. Além do know-how em Search Engine Marketing, uma agência especializada pode compartilhar sua visão e juntos identificarem meios para potencializar os resultados.
Para tanto, é fundamental abusar das métricas e estratégias de mensuração. Quanto a isso, o mercado pode contar com diversas opções de ferramentas e times brilhantes repletos de boas idéias que podem auxiliar na questão de como se deve monitorar e interpretar as informações.
A própria opção de testar múltiplos textos apresenta simplicidade para avaliar a resposta dos anúncios. Basta um pouco de criatividade para utilizar apelos distintos visando a obtenção de valiosas tendências.
Retomando a oportunidade descrita de Aparecida do Norte em que foi detectado um cenário positivo e, supostamente, realizada uma ação pontual. Valeu a pena? Geraram conversões? Seria preciso modificar a página de destino? Com a mensuração, a resposta viria à tona. E mais: o ciclo poderia ser contínuo e a comunicação voltaria a entrar em cena para serem apresentados os resultados e decididas estratégias futuras.
Tais processos podem fazer a diferença. Mas, de qualquer forma, alguns fatores como o amadurecimento do mercado, a tendência dos buscadores emadotarem critérios cada vez mais rigorosos em relação ao índice de qualidade dos anúncios e o próprio aumento do volume de anunciantes diretos e indiretos, exigirão, além da expertise em links patrocinados, maior interação das áreas envolvidas e entendimento de "negócios".
João Paulo Ayres
fonte: http://jumpexec.uol.com.br
Google: Construindo sua marca além da busca
(Vídeo You tube)
Em busca do primeiro lugar
| 18.05.2006
Por que cada vez mais empresas querem obter boas colocações em sites de busca como Google e Yahoo!
Site alemão da BMW: banido por tapear o Google
Por Françoise Terzian
EXAME
No início do ano, o site alemão da montadora BMW foi banido do Google porque os programadores trapacearam, segundo a principal empresa de busca do mundo. Eles teriam criado um mecanismo que enganava as milhares de máquinas que varrem a internet, conhecidas no jargão tecnológico como robôs. O código garantia que o site bmw.de aparecesse sempre em primeiro lugar na lista de resultados em determinadas pesquisas. A fabricante de eletrônicos Ricoh, também da Alemanha, foi penalizada pelos mesmos motivos. Ricoh e BMW cometeram o deslize ético porque sabem que os mecanismos de busca tornaram-se a principal vitrine online para qualquer empresa que queira exposição na rede. Oito em cada dez internautas usam ferramentas de busca como Google ou Yahoo! para encontrar de tudo, inclusive empresas cujo endereço na rede é óbvio, como no caso da montadora alemã. E não basta ser exibido no meio da lista. Quanto melhor for a colocação, maiores as chances de que a empresa seja encontrada. Essa necessidade de adequação por meios legítimos dos sites rapidamente deu origem a um novo negócio, o de otimização de sites. No ano passado, mais 1,2 bilhão de dólares foi investido em SEO (sigla em inglês para search engine optimization). Neste ano, o total deve aumentar 150%, segundo a consultoria especializada Sempo.
E não há sinal de que esses valores parem de crescer tão cedo. Os métodos que os sites de busca usam para criar seus rankings mudam periodicamente. "É uma corrida de gato e rato", diz Cíntia Steijntjes, gerente de marketing e internet do Guia Mais, o catálogo on-line da Telefônica. Entre os administradores de sites, as alterações são conhecidas como a "dança do Google", embora os efeitos sejam mais parecidos com um furacão -- nas discussões entre webmasters na web, as mudanças nos algoritmos do Google recebem nomes, como as tempestades atlânticas. Empresas que tinham uma boa classificação podem, do dia para a noite, ir parar na décima página de resultados, e vice-versa. "Nem se alguém conhecer o primo do engenheiro do Google vai ter a garantia de boas colocações", diz Alexandre Hohagen, presidente da empresa no Brasil. "Com a automatização do processo de varredura e indexação, não há a menor chance de manipular o resultado." A única maneira de manter-se em boa colocação é acompanhar as alterações de perto e fazer os ajustes o mais rápido possível.
O classificado MercadoLivre, um dos maiores sites de comércio eletrônico do país, destinou cinco pessoas de seu departamento de marketing e quatro programadores para garantir um bom lugar nas buscas. "O trabalho é dinâmico e interminável", afirma Stelleo Tolda, presidente da empresa. De dois anos para cá, o site melhorou significativamente sua posição. Se no passado alguém fizesse uma busca procurando termos como DVD player ou celular, o nome MercadoLivre dificilmente apareceria na primeira página do Google. Hoje, dependendo da categoria, ele surge logo nas cinco principais colocações. Segundo Cíntia Steijntjes, o Guia Mais está no primeiro lugar da lista do Google para a palavra "guias" e aparece até a 30a posição para um total de 128 palavras. O resultado foi tão positivo que a empresa praticamente abandonou a publicidade tradicional na internet. O contra-exemplo são as montadoras. Metade dos interessados num carro novo faz pesquisas na rede antes de decidir a compra. Mas basta procurar por um modelo específico e são enormes as chances de que os primeiros resultados não sejam os sites oficiais.
Pole position
Obter boa colocação em sites como Google e Yahoo! é fundamental.
Veja por quê
8 bilhões de buscas são feitas mensalmente na internet
85% dos usuários encontram o que precisam na web via sites de busca
60% dos internautas clicam nos três primeiros resultados da busca
80% dos internautas não vão para a segunda página dos resultados da busca
Os algoritmos usados pelos mecanismos de busca para decidir quais são os resultados mais relevantes para a pesquisa dos usuários estão entre os maiores segredos do mundo da tecnologia. Mas uma coisa é certa: eles estão muito longe da preocupação estética que costuma nortear a criação dos sites das grandes empresas. Existem inúmeros fóruns virtuais dedicados à especulação sobre as técnicas mais eficientes para levar a melhor sobre os buscadores. E, claro, existem os trapaceiros. Sabe-se, por exemplo, que o número de links que levam a um site é uma das melhores medidas de sua reputação -- apontar para um site é a principal forma de recomendação na web. Inevitavelmente, surgiram sites fantasmas, geralmente blogs, criados somente para dar links para outros. A novidade tem nome: splog, mistura de spam com blog. Estima-se que diariamente 10 000 novos splogs sejam criados na web.
Mas há quem reclame de trapaça justamente por parte dos mecanismos de busca. Segundo uma queixa muito freqüente é impossível de ser comprovada, os buscadores relegam os sites oficiais de algumas empresas a posições mais baixas para que elas sejam obrigadas a comprar links patrocinados. Esse tipo de publicidade garante exposição privilegiada na página de resultados -- mas é pago. Haveria um conflito de interesses dos buscadores entre os links patrocinados e o que se convencionou chamar de "busca natural". As empresas de busca, naturalmente, negam. De qualquer maneira, há pelo menos um alívio à vista para os webmasters. O Yahoo! anunciou recentemente uma nova versão de seu sistema de links pagos, o Overture, com o objetivo de aumentar a eficiência para os anunciantes, que ainda investem mais no concorrente Google. O novo código levou dois anos para ficar pronto e exigiu a atenção de boa parte dos desenvolvedores do Yahoo! Para aumentar as receitas, as empresas de busca têm de dividir esforços no aperfeiçoamento tanto da busca comum quanto do sistema de exibição de links patrocinados. Isso pode, pelo menos por enquanto, diminuir a intensidade dos furacões.
Sites de Busca
Sites de Busca
Por Thiago Bacchin, editor do SEMBrasil
Os Sites de Busca são sites gratuitos criados para facilitar o acesso à informação, através de uma base de dados formada por milhares, milhões ou até bilhões de páginas de sites espalhados por toda Internet. O usuário faz uma pesquisa por uma palavra ou frase (o que chamamos de palavra-chave) e o site lista as páginas na Internet que contém o assunto procurado, geralmente na ordem mais relevante ao que o usuário pesquisa.
Existem diferentes tipos de sites de busca, além de diferentes nomenclaturas: buscadores, sistemas de busca, robôs de busca, ferramentas de busca, etc.
Podemos dizer que estes sites já têm papel fundamental na vida da maioria das pessoas, direta ou indiretamente, mas principalmente as que acessam Internet, por proporcionarem acesso praticamente ilimitado à informação, através de bilhões de páginas web, em praticamente todas as línguas existentes.
Os principais tipos de sistemas de busca são:
Spiders (ou Crawlers)
Diretórios
Meta-buscadores
Embora os Guias e Catálogos específicos (guias de empresas, guias regionais, guias agropecuários, etc) possam ser considerados outro estilo de sistema por terem seu foco para uma certa área, eles se enquadram no tipo diretório por utilizarem a mesma lógica de cadastramento e manutenção. Os sites que possuem links dinâmicos, chamados de Free For All (FFA), são sites normais que possuem áreas dinâmicas onde é possível adicionar links à vontade, entretanto não podem ser considerados sistemas de busca. Por isso, fique atento aos serviços de cadastro em sites de busca que prometem cadastrar seu site em milhares de buscadores.
Diretórios
Os Diretórios são sistemas de busca controlados por editores humanos, ou seja, o processo de cadastro de sites passa por uma verificação não-automática. Os editores aprovam e provavelmente visitam cada site que estará presente no banco de dados. Estar presente nos diretórios é muito importante pois muitos internautas os procuram pela sua qualidade na seleção dos sites. Não obstante, sites listados nos diretórios são vistos como "bons sites" e sua chance de serem incluídos nos sistemas Spiders é muito grande.
Os sistemas baseados nos editores humanos, como o Busca Site, recebem uma descrição feita através de um cadastramento no site, sugerido geralmente pelo webmaster, dono dos site ou por serviços de cadastramento de empresas ou Agências SEM, que pode ser totalmente alterada pelos editores do buscador, se esta não for considerada ideal. Os sites incluídos no banco de dados só serão encontrados pelo conteúdo da descrição e, às vezes, por palavras-chaves que também são sugeridas no momento do cadastro.
Alterações no seu site não influenciarão no rankeamento nos diretórios. Por isto, há muito pouco o que fazer para melhorar o posicionamento nestes sistemas. O que mais tem efeito é a qualidade do site, que pode eventualmente ganhar algum destaque dentro do sistema.
Spiders
Os sistemas Spiders ou Crawlers visitam automaticamente as páginas da Internet, e as incluem em seus banco de dados. Porém, para uma página ser encontrada automaticamente e ser indexada (lida e incluída no banco de dados), é preciso que ela esteja bem programada, na ótica dos sistemas automatizados dos buscadores Spiders.
Os Crawlers vasculham a Internet e vão adicionando as páginas no banco de dados. Se você alterar sua página, layout ou conteúdo, e os sistemas Crawlers visitarem sua página depois destas mudanças - mais cedo ou mais tarde isso acontece - isto pode e provavelmente vai afetar seu posicionamento nas buscas.
Daí surgiu a necessidade de existirem profissionais e empresas que compreendam o funcionamento dos sites de busca Spiders, que são hoje os mais usados (certamente correspondem a mais de 95% do uso dos sites de busca no mundo), para que os sites sejam corretamente indexados e facilmente encontrados pelas pessoas que procuram por produtos e serviços.
Meta-Buscadores
Os Meta-buscadores são sistemas de busca que não possuem um banco de dados com páginas arquivadas, eles buscam a informação desejada em outros sistemas, carregando na tela as respostas juntas de vários sistemas, o que muitas vezes facilita a busca pelo fato de procurar em vários sistemas ao mesmo tempo e economizar tempo do internauta. Entretanto, muitas vezes eles demoram para mostrar os resultados.
Existem ainda os sistemas de busca híbridos, que são os sistemas que oferecem resultados de algum outro sistema de diferente tipo.
Os Spiders muitas vezes têm a preferência dos internautas pela grande quantidade de resultados que retornam e pela sua maneira de mostrar os resultados, muitas vezes trazendo nas primeiras páginas os sites que mais condizem com o que as pessoas procuram. Por isto, alguns diretórios realizam parcerias com Spiders para listar, caso o usuário não encontre nada, os resultados presentes no Spider.
Agora, para ficar bem listado em todos tipos de ferramentas, é preciso adotar diferentes estratégias de SEO. Não se preocupe muito com isto, o mais importante é ficar bem posicionado nos principais sites de busca do Brasil (todos Spiders): Google, Yahoo!, Altavista, Busca UOL, Terra e MSN.
Otimização de Sites: uma questão de padrões e usabilidade
As principais funções dos sites de busca são: localizar, indexar, classificar conteúdo e disponibilizar um mecanismo de busca para que seus usuários sejam capazes de localizar informações específicas dentro do seu banco de dados.
Um dos indiscutíveis benefícios que se obtém com a Otimização de Sites (ou Search Engine Optimization - SEO) é que, cada vez mais, as melhores práticas de SEO cruzam-se com as recomendações da World Wide Web Consortium (W3C), organização internacional que define os padrões e regras do HTML, "linguagem" utilizada para a criação de páginas web. A esse conjunto de normas e definições, do que fazer e como fazer, se dá o nome de Web Standards ou "padrões web".
Ao seguir os Web Standards, você facilita a vida dos robôs dos sites de busca. Objetivam o desenvolvimento de um site de forma correta, possibilitando que seu conteúdo fique acessível a diversas pessoas, independente de suas necessidades ou equipamentos utilizados para ter acesso à ele.
Entre os benefícios de construir um site seguindo os Web Standards, estão velocidade - para carregar as páginas -, compatibilidade com todos navegadores (browsers) e, o principal, pode melhorar seu posicionamento nos sites de busca. Sites que atendem aos Web Standards tendem a ter um melhor posicionamento nos sites de busca, por apresentarem estrutura propícia a um fácil e eficaz indexamento, além deste aspecto ser cada vez mais valorizado pelos sites de busca, como o Google.
Não há problema em se dizer o contrário, que um dos benefícios de seguir os Web Standards é que você acaba otimizando, no mínimo parcialmente, o seu web site. Porém, é preciso deixar claro que, um site que segue 100% os Web Standards, pode ficar muito mal posicionado, enquanto que um site 100% otimizado é bem provável que fique muito bem posicionado, mesmo sem seguir boa parte dos padrões web.
Mas... por que? Porque ter o site indexado por um site de busca é importante, mas o fundamental é ser encontrado por seus usuários, e você precisa fazer os usuários acharem seu site pelo conteúdo que seu site apresenta. Criar um bom conteúdo, construir páginas relevantes, facilitar o caminho que leva o internauta à compra, entender seu comportamento, saber quem visita suas páginas, que horas e por quê escolhe o seu produto, e tantos outros fatores importantes, você não obtém simplesmente fazendo um site nos padrões web, e sim com uma competente consultoria de SEO.
Já foi a época em que otimizar um site para os buscadores era simplesmente apresentar um relatório 100% técnico. Em geral, o posicionamento de um site é influenciado e definido pelos seguintes aspectos:
- Quantidade e qualidade do conteúdo
- Popularidade (número de páginas que linkam para uma página)
- Arquitetura de navegabilidade (estrutura dos links internos)
- Meta informações
- Layout e programação
Mas veja que todos aspectos estão intimamente ligados com os padrões web. Porque tudo, no final das contas, vai virar código HTML. E se ficar mal escrito, ou escrito sem qualquer preocupação com suas normas, é bom contar com uma excepcional popularidade, que realmente é um critério muito forte, onde as vezes resolve sozinho muitos problemas de posicionamento.
Você pode até aprender a construir web sites seguindo os Web Standards e sem saber nada de otimização, porém se você quiser construir um site otimizado, terá que conhecer bem os padrões web.
Você deve estar se perguntando: afinal, devo ou não devo refazer meu site seguindo os Web Standards? a resposta é: depende. Depende do porte do seu site, do tempo e custo que isto vai lhe gerar, do objetivo que você quer atingir, dos problemas que seu site apresenta hoje, da sua concorrência no posicionamento nos resultados de busca, enfim, de todos fatores envolvidos no contexto da comunicação digital que sua empresa possui.
O Search Engine Marketing (Marketing em Sites de Busca), ou simplesmente SEM, é o marketing realizado em sites de busca, como Google e Yahoo!, através de estratégias que posicionem o site de uma empresa nas primeiras posições dos resultados de busca por palavras-chave relacionadas a seus produtos e serviços, ou qualquer palavra-chave que interesse ao site promovido.
O SEM permite que se crie um canal direto com os consumidores que procuram por produtos e serviços, uma vez que uma empresa pode aparecer bem posicionada nos sites de busca, local onde milhões de pessoas procuram, diariamente, por educação, lazer, turismo, produtos e serviços de todos os tipos, e as outras mais diversas motivações que as fazem ir atrás da "moeda do século XXI": informação.
O posicionamento do site da empresa pode feito nos resultados naturais (ou orgânicos) ou nos resultados patrocinados (pagos).
Independente do lugar onde um site fique bem posicionado (resultado natural ou patrocinado), em todo tipo de ação SEM é possível calcular o retorno sobre o investimento (ROI) das ações realizadas com alta precisão e extrema facilidade.
Podemos dividir as ações de SEM nos seguintes serviços:
Para conhecer mais sobre SEO e Links Patrocinados, clique nos links acima. O Cadastro simples em sites de busca é um serviço bastante oferecido na Internet, e hoje em dia é menos relevante porque seu objetivo é de apenas cadastrar um site em diversos sites de busca, utilizando os formulários gratuitos de inclusão - praticamente todos sites de busca aceitam sugestões de novos sites gratuitamente - mas sem garantia de posicionamento por palavras-chave específicas, o que 11 em 10 empresas desejam.
Ou seja, apenas cadastrar um site em 10, 50, 200 sites de busca, pode ajudar sim sua empresa a aparecer mais na Internet, mas sem um trabalho com foco em garantir o posicionamento nas primeiras páginas dos resultados de busca, será preciso contar com muita sorte.
Caros amigos! Hoje descobriremos quais são os principais mitos na área de SEO. O assunto é polêmico, portanto comentem e dêem sugestões. E lá vamos nós.
Para quem não sabe, SEO é a sigla de Search Engine Optimization. Ela consiste nas estratégias para melhorar, de forma racional, a visibilidade de um site nos resultados da busca natural nos sites de busca. Em resumo, seria como aparecer no Google quando se busca por algo. Mostrar que o SEO é importante para um site não é difícil.
O problema é que ele é uma ação sem garantias. Ninguém pode prometer que um site ficará em primeiro lugar nos resultados. Mesmo assim, vejo muitos aproveitadores tentando enganar gente honesta com promessas. Achei legal escrever um artigo com os cinco maiores mitos SEO para evitar. Com isto fica fácil identificar quando um espertalhão tenta roubar o dinheiro suado dos donos de site.
Técnicas de Black Hat SEO valem a pena?
Existem técnicas de SEO que não são bem vistas pelos sites de busca, podendo causar até punição. Elas são conhecidas como técnicas de chapéu preto, em alusão aos hackers do lado negro. Estas técnicas costumam ter um retorno maior e mais rápido que as técnicas de Chapéu Branco que são as boas praticas de SEO, porém evite a tentação de ganho rápido. A BMW já aprendeu a lição. http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u19612.shtml Ela foi retirada do Google por apresentar versões diferentes do site para pessoas e para os robôs de busca, conhecidos como crawlers. Em hipótese alguma arrisque técnicas de Black Hat.
Não cadastre seu site em 9.743.529 sites de busca
De que adianta ter seu site cadastrado em milhares de sites e diretórios web se 80% das buscas estão concentradas nos três maiores site de busca. Ter o seu site cadastrado em diretórios é importante, por que cada link apontando para o seu site conta como um voto para aumentar a popularidade do site, mas cuidado com a dose. Existem, por exemplo, ferramentas que cadastram em milhares de sites de busca simultaneamente. Utilizar estes cadastros pode até ser considerada técnica de spam e ser punida pelos sites de busca, por isto muito cuidado. Outro problema e participar de fazendas de links, que são sites que existem apenas com a intenção de aumentar a popularidade dos sites linkados. A fazenda de links não são bem vistas pelos sites de busca.
Não basta espalhar palavras-chave pela página
Ter palavras-chave no documento é importante, mas não significa que você deva encher a página com elas. Tudo deve ser feito com bom senso. Não esqueça que as páginas devem ser feitas para pessoas e não para robôs de busca. Além de ficar estranho para uma pessoas ler o texto alguns sites de busca já conseguem identificar páginas entupidas de palavras-chave e diminuem a relevância delas. Fique atento que existem vários outros fatores influenciam o posicionamento, como o texto do link que aponta para a página. Escreva de uma forma agradável e útil ao seu visitante. Ele vai ficar grato e possivelmente pode ter um link apontando para a sua página com a palavra-chave de forma natural.
Meta tags não são a base do SEO
Já faz tempo que elas perderam a força. Ele serve mais como exercício de boas práticas e para ser exibido no texto da página de resultado de uma busca. O spam nas meta tags é considerado crime ,a href="http://www.out-law.com/default.aspx?page=29&terms=meta+tag">http://www.out-law.com/default.aspx?page=29&terms=meta+tag e já rendeu até 20 anos de prisão nos estados unidos para spammers.
Garantimos seu site no topo dos sites de busca?
Na busca orgânica, ninguém tem como garantir a primeira posição ou qualquer posição que seja. O sistema para rankear os resultado nos sites de busca são desconhecidos. O que os costuma acontecer é o uso de estratégia de confundir o cliente por parte de aproveitadores. Uma das estratégias e escolher um conjunto de palavras-chave como "placebo barato". Como só existe no site do cliente, a busca pelo termo acaba aparecendo nos primeiros resultados das buscas. O que acontece é que como ninguém vai procurar por este termo ou não serão geradas visitas relevantes. Outra estratégia é vender o serviço como SEO, prometendo os primeiros resultados, e na verdade eles utilizam links patrocinados por um tempo com valor do clique alto.
Quanto mais gente aprender a evitar estas roubadas, melhor ficará o mercado de busca no país.
As 10 perguntas que você não pode deixar de fazer para sua agência de SEO
Procurando uma agência para fazer a otimização de seu site? Encontrar a agência ideal não é tarefa fácil. Nesses últimos anos aqui na Inglaterra acabei conhecendo ou trabalhando com diversas agências de SEM e, na grande maioria, foram ou estão sendo ótimos relacionamentos. Mas também tive péssimas experiências. Previna-se!
Com o auxílio do Thiago Bacchin, montei um questionário, que acredito, ajuda a separar o joio do trigo.
1. Vocês são uma agência dedicada a Search Engine Marketing?
Não que não existam agências digitais que façam um ótimo trabalho, mas na maioria dos casos você não terá o nível de know-how, especialização, suporte, dedicação e paixão que uma agência dedicada pode lhe oferecer. Até hoje não encontrei uma agência digital que ofereça SEO com a mesma propriedade de uma agência SEM.
2. Quais serviços em SEO vocês oferecem?
Apesar do mercado brasileiro ser um tanto incipiente na demanda de contratação de SEO em módulos em comparação ao mercado europeu e americano, baseado no número de diferentes serviços e da maneira com são oferecidos, você poderá ter uma idéia da experiência e nível de especialização que a agência possui. Eles devem ser capazes de oferecer serviços em pacotes customizados às necessidades do seu site.
Pergunte quais etapas do processo estão incluídas em seu contrato. Por exemplo: Cadastro do site e otimização de page titles e meta tags são processos necessários e eficazes mas seus resultados são extremamente limitados se não forem acompanhados de um processo complexo de análise do site.
Pergunte também se oferecem otimização em outras línguas. Dependendo de seu mercado de atuação isso é extremamente importante. E se oferecem, pergunte como o trabalho é realizado, se internamente ou tercerizado.
3. Quantos anos de experiência vocês tem?
É relativamente fácil achar otimizadores freelancers e agências hoje em dia. Mas quantos tem experiência suficiente pra fazer com que sua campanha tenha resultados considerando todas as dinâmicas do mercado SEM?
Saber de cor as técnicas de SEO em livros, fórums e blogs especializados não é suficiente. Certifique-se de que a agência demonstra conhecimento do mercado através de casos com clientes reais. E não estou falando em porte ou exigindo 10 anos de experiência; muitos começam pequenos, e até se mantém pequenos, de acordo com o modelo de gestão escolhido. Tamanho não é sinônimo de experiência e qualidade.
Outros sinais importantes é a existência de um bom relacionamento com as ferramentas de busca e representatividade na comunidade de internet. Se eles atuam no mercado há algum tempo, muito provavelmente já possuem algum tipo de contato com os sites de busca e com instituições, associações, etc, como a IAB Brasil. Questione ainda se a agência é filiada à IAB Brasil, onde há um comitê de Search Engine Marketing formado pelas melhores agências SEM do país.
4. A empresa possui estudos de casos? Quais?
Às vezes, o portfólio de uma agência vem carregada de logos de empresas de todos os portes, porém não há casos robustos de SEO. É importante conversar com os clientes da agência sobre os projetos de SEO desenvolvidos. Porém, você poderá encontrar empresas que não divulgam seus dados porque SEO é considerado um diferencial estratégico e, por isso, confidencial.
5. Vou ter que assinar um contrato?
Como qualquer prestação de serviço, é importante deixar o preto no branco. Não existe certo ou errado, mas uma proposta de no mínimo 3 meses demonstra o compromisso da agência com os resultados de sua campanha e uma boa dose de realidade. Resultados efetivos em SEO são, na maioria dos casos, alcançados a médio e longo prazo.
A forma de pagamento depende muito da agência, e de novo, não há certo ou errado. As opções são normalmente pagamento por horas de trabalho ou performance - normalmente medida através de rankings e/ou ROI.
6. Vocês oferecem algum tipo de garantia?
Minha pergunta preferida. Por quê? Porque existem muitas agências por aí prometendo e garantindo “mundos e fundos”. E por culpa desses “caubóis” é que SEO ainda é visto com desconfiança por muitos.
Vou ser curto e grosso aqui. Se sua agência de SEO lhe garantir posições específicas nos resultados de busca, levante da mesa, agradeça e vá embora.
Outra que eu adoro é quando eles dizem que possuem um relacionamento privilegiado com as ferramentas de busca, ou ainda, quando dizem ter um funcionário que trabalhava em um site de busca, e que sabe tudo sobre o algoritmo de posicionamento nos resultados orgânicos. Mesmo se eles tiverem essa pessoa, vocês acreditam que ela sozinha seja capaz de saber como funcionam os mais de 200 fatores do algoritmo? E quando eles dizem que tem um time de PhDs que trabalham na agência fazendo a engenharia reversa do algoritmo para descobrir como funciona? Cada uma que me aparece...
7. O serviço de SEO de vocês é terceirizado?
Algumas agências digitais e de publicidade terceirizam SEO com agências SEM. Fique atento à serviços terceirizados ou até quarteirizados, pois às vezes, pode ter mais comissão do que custo do serviço dentro do pacote. Acredite em mim quando digo que você não precisa de uma agência para administrar meia dúzia de outras agências ou freelancers e no final do mês apenas lhe apresentar a conta.
8. Poderemos realizar algumas das reuniões em seu escritório?
OK, sei que essa pode soar um pouco estranho, mas pense comigo. Você quer ter certeza que não são apenas dois primos num escritório montado na garagem da casa de um deles, não quer? Acredite, isso ainda existe. Se você é sério quanto ao seu sucesso em marketing de ferramentas de busca, agende uma visita à sua agência e conheça o time. Você vai me agradecer.
9. Ética em SEO: Black Hat, Gray Hat ou White Hat. Aonde sua agência se encaixa?
A resposta geralmente é “- Sim, somos 100% éticos e usamos apenas técnicas de acordo com as recomendações dos sites de busca.” Verdade ou não, depende de você pesquisar e se informar. Fale com clientes deles e dê uma conferida na Central de Ajuda do Webmaster do Google para ter uma idéia do que é ou não é recomendado.
O site em alemão da BMW foi um caso famoso de spam. E assim como eles muitos outros tem seu sites removidos dos resultados de busca porque suas agências estavam usando técnicas consideradas spam pelas ferramentas. Fique atento e procure sempre entender o que eles estão fazendo com o seu site.
10. Como funciona a comunicação entre vocês, nossa empresa e meus prestadores de serviços?
Sua agência terá que trabalhar não somente com seus fornecedores, como por exemplo, sua agência de design, mas também com outros departamentos em sua empresa. Um programa completo de SEO deverá envolver design, programação, tecnologia, conteúdo e marketing. Muito do sucesso do trabalho depende da eficiência em comunicação da agência com seus colaboradores.
Apenas alguém que alcance resultados (rankings) não é mais suficiente. Search Engine Optimization está cada vez mais complexo e dinâmico.
Pra encerrar, minha dica é usar o seu bom senso e escolher parceiros que você acredita, estão nesse mercado não apenas pelo momento ou oportunidade, mas por que são apaixonados pelo que fazem. Sei que pode parecer fantasia ou inocência de minha parte, mas prefiro acreditar que tenho parceiros que gostam do que fazem pelo menos o tanto quanto eu.
Estratégias básicas de otimização: faça você mesmo
Você pode tomar uma série de açoes para ajudar seu site a alcançar destaque nos mecanismos de busca. Veja aqui e entenda o que os profissionais especializados normalmente fazem.
Por Ivo Saldanha
Nos artigos anteriores, vimos que o serviço de otimização de sites em mecanismos de busca é um trabalho de paciência, que mistura métodos técnicos mas pede também uma consistente organização do conteúdo.
Outras boas práticas simples trazem conseqüências importantes, como deixar o conteúdo de seu site livre para ser encontrado facilmente pelos buscadores e assim receber mais público qualificado.
Vimos também que o trabalho de otimização de sites, conhecido como SEO (Search Engine Optimization), compara a performance dos concorrentes nas palavras-chave principais. Estes textos estão no menu à direita.
A seguir abordaremos algumas estratégias de otimização básicas.
Cada profissional SEO estabelece suas próprias estratégias, à medida que vai ganhando experiência no negócio. Porém, para desenvolvê-las, é necessário conhecer os parâmetros que os robôs analisam.
Os parâmetros se dividem nas categorias On-page e Off-page. A primeira categoria diz respeito à URL e à construção de uma página, enquanto a segunda categoria diz respeito às estatísticas de acesso, links externos e Page Rank.
Estratégias On-page
A base dessas estratégias é inserir as palavras-chave escolhidas no conteúdo. Porém, não é correto colocar todas as palavras-chave que foram selecionadas na segunda etapa da metodologia numa só página.
Para a otimização ter resultado, é necessário escolher uma palavra-chave do conjunto e fazer uma página somente para ela. Tomarei como exemplo um site de materiais de construção. Suponha que na segunda etapa da metodologia foram selecionadas como palavras-chave os termos tijolo, argamassa e cimento.
Agora, seria feita uma página sobre o termo tijolo. Essa página deve falar só sobre isso, mesmo que tenha pouco texto. O Google não exige que as páginas contenham muita informação. Então, não misture as outras palavras-chave da lista nessa página, mas faça uma página para cada um desses produtos.
Uma página que trate de uma única palavra-chave passa a impressão de que é muito relevante para a pesquisa e que o webwriter não é dispersivo. É a noção do capítulo de um livro, dita anteriormente. Por isso, não é bom ser muito abrangente.
Outra estratégia é o posicionamento das palavras-chave em todas as tags do documento. É uma regra que deve ser aplicada à toda otimização On-page, pois os robôs buscam onde o termo pesquisado se situa no documento. Nos resultados da pesquisa, a página que tiver a primeira ocorrência desse termo o mais próximo possível do começo do documento ganha a preferência dos robôs.
Algumas táticas de otimização On-page são as seguintes:
URL. Deve conter a palavra-chave principal de uma página. Se ela for composta como “chave inglesa”, use hífens para separá-la como em ”chave-inglesa.html”. Os robots têm mais facilidade de identificar palavras-chave separadas por hífens.
Tag title. É uma das tags mais importantes para a otimização, pois é a primeira coisa que aparece no resultado da pesquisa. Além de precisar conter a palavra-chave, seu texto deve ser o que o usuário procura. Se ele quer estudar os moluscos, o título pode ser: “Moluscos: conceito|características”. É importante tentar sempre posicionar a palavra-chave em primeiro lugar no título. Também deve-ser evitar gastar caracteres com preposições, por isso, prefira usar dois pontos, travessão, barras etc.
Meta tags Description e Keywords. Embora não tenham mais tanta influência no posicionamento, é bom colocá-las, pois há alguns sites de busca que ainda as utilizam. Podem ser usadas pelos diretórios e servem como um roteiro que não deixa o webwriter fugir do tema abordado na página. Ela deve conter a palavra-chave posicionada como a primeira palavra do texto sempre que possível.
Tags h. Deve ser a primeira coisa que aparece na tag body, porque é um elemento de peso para a otimização. H1 tem o maior peso e h6 tem o menor. Essas tags são oportunidades para melhorar a posição, por isso devem conter a palavra-chave e devem sintetizar bem o que pode ser encontrado na página.
Links (textos de âncora). Também têm um peso considerável, pois os robôs presumem que um link leva a uma página que só fala de um determinado assunto. Não é interessante colocar um texto de âncora como “clique aqui”. Esse texto deve conter a palavra-chave que resume o conteúdo da página linkada por ele.
Tags strong, em e atributo alt . Comentados anteriormente, têm um certo peso para a otimização. O atributo alt deve conter a palavra-chave.
Webwriting. Utiliza as táticas anteriores para compor. Muitos dos seus princípios são decisivos para uma boa otimização On-page, como escrever o texto em forma de esquemas e de modo a evitar excessos de palavras. Com isso, pode usar muitas tags h, strong e em, além de sempre ter oportunidades de repetir a palavra-chave ao longo do texto.
Resumo e conclusão. Como foi dito anteriormente, o primeiro parágrafo que vem após a tag h1 e o último parágrafo são o resumo e a conclusão, respectivamente. São os parágrafos mais importantes do texto e são os que devem ter mais repetição da palavra-chave. O texto do primeiro parágrafo é o que será exibido como descrição para o usuário, portanto, deve ser atraente e deve trazer o que o usuário procura, para que ele visite o site.
Menu depois do conteúdo nas páginas internas. Na maioria das vezes, o menu sempre aparece primeiro no código e só depois aparece o conteúdo da página. É interessante inverter essa ordem, usando div’s ou tabelas vazias, pois os menus distanciam a primeira ocorrência da palavra-chave do começo do documento. Essa inversão é boa até mesmo para melhorar a acessibilidade do site, pois usuários de leitores de tela não terão de esperar a leitura do menu para chegar ao que realmente interessa: o conteúdo. Só é aconselhável colocar o menu antes do conteúdo quando se trata da página inicial do site, pois nela, o importante não é ler o conteúdo, mas usar o menu para navegar.
Páginas leves. Outro fator que distancia a primeira ocorrência da palavra-chave do começo do documento é colocar códigos CSS e JavaScript no documento HTML. Separá-los em arquivos do formato .css e .js, além de reduzir drasticamente essa distância, diminui o tamanho do arquivo HTML. Outra maneira de diminuir o tamanho do arquivo HTML é evitar usar atributos e tags voltados para o design ou forçar tags e atributos a constituírem o layout. Por isso, deixe a tarefa de design para o código CSS. Reduzir o tamanho do arquivo é importante, pois páginas com poucos kbytes ganham a preferência dos robots e podem ser visitadas mais vezes por eles, já que a largura de banda foi diminuída.
Atualização. Importante também é a atualização da página. Ela deve ser constante e faz parte do trabalho do profissional SEO criar um mecanismo de atualização. Muitas vezes, a saída pode ser a interação com o usuário.
Estratégias Off-page
A base dessas estratégias é obter Page Rank através de links externos e controlá-lo. Outra prática é prender a atenção do usuário para que ele fique um bom tempo na página e a adicione aos favoritos. Os fatores Off-page decidem em grande parte o sucesso do posicionamento de uma página nos resultados da busca. Algumas táticas de otimização Off-page são as seguintes:
Meta tag Robots, arquivo robots.txt e o atributo rel dos textos de âncora. Determinam se os robots indexarão ou não uma página do site. Se indexarem-na, ela ganha Page Rank. Caso contrário, ela não ganha e poupa para outras páginas.
Mapa do site. Fazer um mapa do site agiliza o trabalho de indexação do robô e ajuda a distribuir Page Rank.
Se o site do cliente foi criado recentemente e ainda não foi cadastrado (indexado) em nenhum site de busca, será solicitado ao profissional SEO executar esse serviço. Ele pode usar programas de cadastramento automático (menos aconselhável), cadastrar manualmente através de formulários que os buscadores oferecem e esperar os robôs descobrirem o site (mais aconselhável). Esta última maneira só será mais rápida se algum outro site já indexado e que seja visitado regularmente por robôs tiver um link para seu site.
Conseguir links em páginas com alto Page Rank ou que sejam autoridades no assunto. O texto desses links externos deve conter a palavra-chave para a qual sua página foi otimizada.
Cadastrar-se em diretórios, como o Dmoz e o Yahoo!, transmite qualidade e confiabilidade ao seu site, além de conseguir um link externo e mais Page Rank.
Fornecer um espaço para links em seu site. Isso, além de facilitar a negociação por um link externo e não ser um motivo para o usuário clicar no botão voltar, pode forçar esse usuário a adicionar seu site nos favoritos, já que seu site é o meio que o leva a outra página que ele gosta. Por isso, é bom selecionar links interessantes para colocar nesse espaço, com intuito de trazer mais informações úteis ao usuário.
Oferecer conteúdo interessante e completo para prender a atenção do usuário.
Cadastro em diretórios
As estratégias e táticas anteriores foram totalmente voltadas para os mecanismos de busca baseado em robôs. Em mecanismos do tipo diretório, o que conta é um conteúdo único, que não pode ser encontrado em nenhum outro site já cadastrado nesse tipo de buscador. Nele, quem indexa os sites são pessoas e, portanto, avaliam mais rigorosamente as páginas.
É por isso que estar indexado em um diretório transmite qualidade e confiabilidade. A indexação nesse mecanismo é mais lenta e muitos sites não são cadastrados por não se adequarem aos critérios de avaliação.
Muitas táticas abordadas anteriormente colaboram para deixar os site amigável para os usuários e, por isso, facilitam a entrada em diretórios. A acessibilidade, o tempo de download e a interação com o usuário atualmente podem ser diferenciais determinantes.
Outra tática é obedecer às regras de indexação dos diretórios, fornecendo uma descrição discreta e um título idêntico ao da tag title. Deve-se escolher uma categoria com poucos sites e que mais tenha a ver com o seu.
Essas são medidas que aumentam as chances de entrada em diretórios. Uma vez na lista, continue com um bom comportamento para permanecer lá. Enfim, o cadastro num diretório reconhecido pode fazer seu site subir muitas posições nos resultados da busca dos mecanismos baseados em robôs.
Consideração final
Evite o spam, pois, além de correr riscos de reputação e de penalidades para o site otimizado, outros profissionais SEO podem te denunciar para os mecanismos de busca. O Google incentiva isso e oferece um formulário para denúncia. [Webinsider]
"Design é uma atividade científica de projetar, integrando várias áreas do conhecimento, estabelecendo relações múltiplas para a solução de problemas de produção de objetos que tem por alvo-final atender às necessidades do homem e da comunidade."